Sábado , Setembro 22 2018
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O RESULTADO POSSÍVEL NUM RALI DE ALTA DIFICULDADE

 

Bruno Magalhães e Emma Falcón com limitações ao longo da prova

 

 

 

A 2ª prova do ERC 2018 foi muito competitiva, contando com excelentes prestações por parte de todos os protagonistas da temporada. Depois de ter conquistado o pódio nos Açores, na prova inaugural do campeonato, os vice-campeões europeus Bruno Magalhães e Hugo Magalhães, foram às Canárias com o objetivo de regressar ao pódio, posição que também já tinham conquistado na prova espanhola no ano passado. No entanto, problemas na válvula do turbo do Skoda, ao longo de quase toda a prova, condicionaram a sua prestação.

 

Um campeonato europeu de alto nível, tem sempre este grau de dificuldade. A equipa esforçou-se para ter o carro em condições, mas também foi surpreendida por este imprevisto, tendo conseguido resolver o problema apenas para as três últimas especiais. Ao mesmo tempo, conseguimos também melhorar o set-up do carro e o melhor resultado acabou por surgir mesmo no último troço. O 7º lugar final não é uma catástrofe, pois mesmo assim conquistámos pontos importantes para o ERC e o 2º lugar para o campeonato espanhol. Mas ficámos de facto longe do desejado”, desabafou Bruno Magalhães.

 

A espanhola Emma Falcón, acompanhada por Eduardo Delgado, no Citroen DS3 R3T, não prescinde dos cuidados técnicos da ARC Sport. A dupla das Canárias também não teve uma prova conseguida, colecionando alguns problemas. Apesar de tudo, Emma foi a melhor senhora em prova e conquistou o 2º lugar na categoria RC3.

 

O meu balanço é pouco positivo. Fiquei com a sensação que podia ter andado mais rápido, apesar de demasiado tempo perdido com problemas na caixa de velocidades do Citroen e com a sensação de ter furado em mais que um troço. Cheguei ao fim da prova e isso foi importante. Agora a equipa vai trabalhar para resolver o problema, para começar já a pensar no rali da Grécia”, afirmou, otimista, Emma Falcón.

 

 

 

 

 

 

Para a ARC Sport a prova das Canárias acabou por não ser um rali fácil, apesar do esforço de todos os elementos da equipa, para que as coisas corressem bem aos seus pilotos.

 

Foi apenas o rali possível. Não foi fácil encontrar a melhor afinação para o carro do Bruno, situação agravada com as condições atmosféricas instáveis. Apesar de tudo, foram tiradas conclusões muito positivas para o futuro, numa prova que contou com uma concorrência muito forte. Em relação à Emma, se não fossem pequenos percalços e o problema com a caixa de velocidades, o resultado teria sido muito melhor. Agradeço a todos os elementos da equipa todo o esforço que tiveram ao longo do rali”, disse Augusto Ramiro.

 

A próxima prova do ERC 2018 é o Rali da Acrópole, a disputar na Grécia entre 1 e 3 de junho.

 

 

 

 

 

 

 

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