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A Meio da Temporada e a Haas F1 TeamContinua Desejosa

A Meio da Temporada e a Haas F1 TeamContinua Desejosa

 

A Segunda Metade da Temporada Inicia-se com o Grande Prémio da Hungria

 

Com dez corridas disputadas e dez por disputar no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 de 2017, a Haas F1 Team já igualou o número de pontos que conquistou em 2016, quando se tornou na primeira equipa norte-americana a chegar às grelhas de partida de Fórmula 1 em trinta anos.

 

Vinte e nove pontos foram somados na temporada de estreia, ao longo de vinte e uma corridas. Mas apenas com nove corridas disputadas na maratona deste ano, já a Haas F1 Team marcou esse número de pontos. Os pilotos Romain Grosjean e Kevin Magnussen terminaram nos pontos em todas as corridas, excepto em três.

 

O desejo por pontos da formação americana colocou-a no sétimo lugar do Campeonato de Construtores, a apenas quatro pontos da sexta classificada, a Toro Rosso, e com uma vantagem de três pontos sobre a oitava classificada, a Renault. A quinta classificada, a Williams, está a apenas doze pontos, o que sublinha a ultracompetitividade que se vive no meio do pelotão, onde pilotos e equipas estão separados por apenas alguns décimos de segundo.

 

Com o começo da segunda metade da temporada, com o Grande Prémio da Hungria que se disputa no próximo fim-de-semana em Hungaroring, Budapeste, a Haas F1 Team procura mais pontos.

Essa caminhada começa na pista de 4,381 quilómetros e catorze curvas, um circuito com poucas rectas, comparado por muitos pilotos a uma pista de karting grande, Hungaroring é uma pista muito física, exige muito dos pilotos que, por sua vez, exigem muito dos pneus. É o traçado permanente mais lento da Fórmula 1, contrapondo-se ao rapidíssimo e fluído Circuito de Silverstone, onde foi disputado o Grande Prémio da Grã-Bretanha recentemente

 

Devagar, contudo, não significa que seja fácil. Apesar de uma velocidade média de 190Km/h, menos 35Km/h que a velocidade média numa volta a Silverstone, Hungaroring exige precisão em preservação. É uma pista física, muito exigente para os pilotos, que por seu turno, exigem muito dos seus carros.

 

As temperaturas elevadas são a imagem de marca do Grande Prémio da Hungria, o que combinado com a natureza técnica de Hugaroring, significa que os pilotos são testados ao longo de uma corrida de setenta voltas. Existem constantes e drásticas mudanças de direcção e o calor nunca dá descanso, uma vez que apenas uma pequena quantia de ar fluí ao longo do carro. A carregar o peso de todo este ambiente hostil estão os pneus. Um elevado nível de tracção, muitas travagens e exigências laterais de energia elevadas levam os pneus até aos seus limites, significando que a gestão dos pneus será um componente crucial na estratégia de corrida de uma equipa. 

 

Para aqueles que não arrancam à frente – o Grande Prémio da Hungria foi vencido por vinte nove vezes em trinta e um anos de história das duas primeiras linhas da grelha de partida – estratégias experimentadas são exigidas. As prestações épicas de Nigel Mansell (arrancou do décimo segundo lugar para terminar o Grande Prémio da Hungria de 1989 em primeiro) e de Jenson Button (em 2006 venceu o Grande Prémio da Hungria a partir do décimo quarto posto) provam que, apesar da falta de oportunidades para ultrapassar, a tenacidade e a gestão dos pneus podem ser de capital importância no Hungaroring.

 

A tenacidade tem vindo a ser a imagem de marca da Haas F1 Team desde a sua estreia. Existe um constante desejo de alcançar e depois exceder objectivos – sendo o início de 2017 da Haas F1 Team o mais óbvio exemplo. Os feitos surgem da aprendizagem e, enquanto a equipa navega nas curvas de Hungaroring, a sua curva de aprendizagem prossegue, especialmente no que diz respeito à evolução do seu sistema de travagem e ao desenvolvimento de futuros talentos.

 

Pela segundo fim-de-semana consecutivo, António Giovinazzi, de vinte e três anos, assumirá os comandos do Haas VF-17 durante a primeira sessão de treinos-livres. O terceiro piloto da Scuderia Ferrari está convocado para realizar sete sessões de treinos livres com a Haas F1 Team e Hungaroring oferece a Giovanizzi experiência de Fórmula 1 adicional.

 

Quando a bandeira de xadrez for mostrada no Grande Prémio da Hungria, o desenvolvimento de talento da Haas F1 Team prossegue. Santino Ferrucci, de dezanove anos, pilotará o Haas VF-17 durante a segunda e final sessão de testes de temporada, que se realiza a 1 e 2 de Agosto. Ferrucci testou o ano passado pela Haas F1 Team o ano passado em Silverstone, onde o piloto natural de Woodbury, Connecticut, se tornou no primeiro americano a pilotar um carro americano de Fórmula 1 desde 9 de Outubro de 1977, quando Danny Ongais pilotou o Penske PC4 no Grande Prémio do Canadá, em Mosport International Raceway, Bowmanville, Ontario.

 

Mais voltas. Mais experiência. Mais desenvolvimento. Esse desejo de mais é o que motiva a Haas F1 Team na Hungria.

 

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