Quarta-feira , Novembro 14 2018
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Calor algarvio é o próximo desafio de Nuno Matos

Calor algarvio é o próximo desafio de Nuno Matos

Equipa procurou soluções para melhorar o Opel Mokka Proto

Segundo classificado no Campeonato Nacional de TT, Nuno Matos quer manter a regularidade evidenciada nas duas primeiras provas da temporada e, ao volante do Opel Mokka Proto, obter mais um resultado entre os primeiros classificados na Baja TT Cidade Europeia do Desporto – Loulé, prova que se realiza nos próximos dias 30 e 31, sábado e domingo.

A equipa alentejana espera encontrar um percurso rápido e muito exigente, com as condições a agravarem-se devido ao calor que deverá fazer-se sentir nas pistas do interior algarvio. É perante este cenário que Nuno Matos e Filipe Serra enfrentam mais um desafio e contam com um Opel Mokka Proto que recebeu algumas alterações ao nível da refrigeração do motor para poder estar à altura dos próximos desafios, seja com maior rendimento como com mais fiabilidade.

“O início do campeonato está a ser positivo para nós e desejamos continuar esta sequência. Apesar de o Clube Automóvel do Algarve organizar uma prova do campeonato com regularidade, sabemos que este ano vai ser tudo novo para as equipas, pois a base será em Loulé e as pistas têm poucas semelhanças com as dos últimos anos. No entanto, também temos a noção que as temperaturas devem ser altas, como é habitual. E perante isso, a exigência para pilotos e carros vai ser maior. Da nossa parte, procurámos optimizar o sistema de refrigeração do Opel Mokka Proto. Por vezes, pequenas coisas podem significar desenvolvimentos importantes e ganhos significativos. Acreditamos que continuamos a trilhar o caminho certo e vamos para o Algarve com o objectivo de andar entre os melhores, como aconteceu nas duas primeiras provas do ano”, afirmou Nuno Matos.

A Baja TT Cidade Europeia do Desporto/Loulé apresenta um figurino distinto das duas jornadas anteriores, com uma distância superior. Nuno Matos e Filipe Serra começam a competição com duas passagens pela super-especial. O percurso tem 7,8 km, o que perfaz 15,6 km, e estas realizam-se no sábado. No domingo, o primeiro sector selectivo tem 72,47 km. Depois disso, as equipas podem ter assistência e, de seguida, cumprem o sector mais longo, com 172,7 km. Por fim, e após nova assistência, repetem a passagem pelo primeiro sector. No total, são 333,24 km contra o cronómetro.

 

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