Segunda-feira , Outubro 22 2018
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CALOR, PÚBLICO, EMOÇÃO E ESPECTÁCULO HOUVE DE TUDO NA EDIÇÃO 2018 DA RAMPA DA ARRÁBIDA LIGHTHOUSE PORTUGAL PROPERTIES

CALOR, PÚBLICO, EMOÇÃO E ESPECTÁCULO HOUVE DE TUDO NA EDIÇÃO 2018 DA RAMPA DA ARRÁBIDA LIGHTHOUSE PORTUGAL PROPERTIES

 

Foram milhares os espectadores que ao longo deste domingo de Verão, já no Outono, acorreram à Serra da Arrábida, para assistirem a uma rampa que pelas mãos do Clube de Motorismo de Setúbal quer regressar em2019 ao Campeonato de Portugal de Montanha.

No seguimento do sucesso que foi o regresso da Rampa da Arrábida ao panorama nacional em 2017, depois de 11 anos de ausência, a edição deste ano, que contou com o apoio da Lighthouse – Portugal Properties, foi de novo um êxito, pois apesar do calor tórrido que se fez sentir nos arredores de Setúbal, foram milhares os espectadores que deram um colorido especial à Arrábida, dando desta forma o seu aval ao regresso ao Campeonato de Portugal de Montanha, a ambição do Clube Motorismo de Setúbal.

Na Rampa Regional, a que esteve sobre o olhar atento da FPAK, acabou por ser Joaquim Rino com o BRC a vencer, batendo Luís Silva, Edgar Reis e o vencedor do ano passado, visto por muitos como o favorito, Mário Silva. Mas a luta foi muito intensa, especialmente no que diz respeito aos restantes lugares do pódio, pois Rino logo na primeira subida colocou a fasquia nos 2m01.54s,conseguindo contudo fazer ainda melhor na segunda, baixando a barreira dos dois minutos, parando o cronómetro em 1m59.53s.

Espectacular foi a luta pelo segundo lugar, com Luís Silva no Citroën DS3 R5 a acabar por bater Edgar Reis no Porsche 997 GT Cup, por escassos 45 centésimos, 2m04.26s para Silva, contra 2m04.71s de Reis. Depois da vitória do ano passado, desta vez Mário Silva não conseguiu repetir esse resultado terminando na quarta posição a mais de seis segundos da vitória e a quase a um segundo do pódio.

Falando dos pilotos da Regularidade, como sempre tinham que marcar um tempo de referência numa primeira subida e tinham depois duas para tentarem aproximar ao máximo. Logo naquela que servia de marcação da referência foram vários os pilotos que excederam a média máxima, pelo foram penalizados e ficaram fora da discussão pela vitória.

A batalha pelo lugar mais alto do pódio foi espectacular, mas acabou por ser a dupla,  Nuno Veiga/Tânia Duarte, com o Peugeot 106 GTi a mais forte, que assim repetiram o triunfo do ano passado. O tempo de referência desta vez foi de 3m36.36s. Na primeira subida foram 14 centésimos

 

mais lentos, para fecharem a tarde com 3m36.21s. Todas as subidas foram no segundo 36 e feitas as contas ficou com 1m05.19s. Mas o equilíbrio entre os homens do pódio foi quase total. Na segunda posição ficaram João Sarmento e Orlando Borges com o Peugeot 106 Rallye e que fizeram igualmente todas as subidas nos 3m36s. No entanto, acabaram por ser batidos por quatro décimos. Ainda com todas as subidas da Arrábida no segundo 36 ficaram Rui Viana e Maria Marques com o Porsche 944, que ficaram a nove centésimos do segundo lugar e a 0.49s da vitória.

Corrido que está o pano sobre a edição de 2018 o que se pode dizer é que foi de novo um sucesso. Milhares de espectadores coloriram os agora 3600 metros do traçado mostrando que Setúbal e a Arrábida estão prontos e querem o Campeonato de Portugal de Montanha.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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