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Circuit of the Americas é o palco da corrida caseira da Haas F1 Team

Circuit of the Americas é o palco da corrida caseira da Haas F1 Team

Bem-Vindos a #Haastin

 

KANNAPOLIS, Carolina do Norte (18 de Outubro de 2016) – Desde que começou haver uma noção de uma equipa americana, quando Gene Haas respondeu ao desafio da FIA para ingressar na Fórmula 1, que os nomes da Haas e do Circuit of the Americas estão inexoravelmente ligados.

Antes da Haas F1 Team, desde 1986 que não havia uma equipa de Fórmula 1 americana. E antes do Circuit of the Americas, ou COTA como é mais conhecido, não havia uma corrida de Fórmula 1 em solo americano desde 2007, quando foi disputado na Indianapolis Motor Speedway o Grande Prémio dos Estados Unidos.

O COTA voltou a colocar a Fórmula 1 no mapa americano quando se tornou no primeiro circuito construído propositadamente para a Fórmula 1. Construído em 2011 e albergando a Fórmula 1 pela primeira vez em 2012, o COTA, e a sua “cidade de residência”, tornou-se num destino para a indústria da Fórmula 1, que visitará a cidade da Violet Crown pela pela quinta vez, quando o Grande Prémio dos Estados Unidos se iniciar no próximo fim-de-semana.

Coincidentemente, Gene Haas assegurou a sua primeira vitória na NASCAR Sprint Cup Series em 2011, quando o seu piloto e sócio, Tony Stewart, venceu o campeonato de forma épica ao bater Carl Edwards no desempate. Os dois terminaram a temporada empatados no número de pontos, mas as cinco vitórias de Stewart sobrepuseram-se ao triunfo de Edwards.

Esse campeonato colocou a Stewart-Haas Racing (SHR) na elite das equipas que venceram campeonatos de NASCAR. Três anos mais tarde e seis anos depois da sua estreia, a SHR venceu o seu segundo título com Kevin Harvick, em 2014. Depois de terminar em segundo no campeonato em 2015, SHR está novamente na luta pelo ceptro, situação reforçada pela vitória de Harvick no domingo passado no Kansas Speedway, na Kansas City.

Foi um arranque impressionante para uma semana que será impressionante para Gene Haas. O homem que fundou a Haas Automation em 1983 e desde então transformou a companhia sediada em Oxnard, Califórnia, na maior companhia de construção de máquinas CNC da América do Norte e demonstra ter pelo automobilismo mais que uma paixão. É um pilar no crescimento da sua companhia e parte do ADN da Haas Automation. O envolvimento de Gene Haas na Fórmula 1 deve-se parcialmente ao desafio da competição, mas também ao crescimento da Haas Automation para lá da América do Norte.

“De um ponto de vista internacional, a Fórmula 1 é o escalão mais elevado do desporto automóvel e a Haas Automation constrói ferramentas mecanizadas da mais elevada qualidade”, afirmou Haas. “Quando ouvimos ‘F1’ sabemos exactamente o que é – uma competição global que demonstra a mais recente tecnologia e atrai os melhores talentos de engenharia e design. A Haas Automation tem uma excelente reputação no Estados Unidos e pretendo que essa reputação cresça a nível mundial. Ligar a Haas Automation à Fórmula 1 através do nome e da prática é a melhor forma para fazer crescer o nosso negócio e elevar a Haas Automation a uma marca global premium”.

O COTA funciona como um componente-chave para a visão de Gene Haas.

“Como uma equipa americana, ter uma corrida de Fórmula 1 em solo americano é incrivelmente importante”, disse Haas. “Vamos para o COTA já com pontos marcados e provámos que podemos lutar com as equipas estabelecidas da Fórmula 1. Estamos ansiosos pela nossa corrida caseira.”

Em vez de Austin, talvez devamos chamar de #Haastin. A Haas F1 Team chega à quarta derradeira corrida da temporada de 2016 como a mais bem-sucedida nova equipa de Fórmula 1 da memória recente. Os vinte e oito pontos alcançados pela Haas F1 Team até agora é mais que qualquer uma das equipas que se estrearam neste milénio. Quando a Jaguar se estreou em 2000 e a Toyota em 2001, cada uma destas formações conseguiram apenas terminar por duas vezes nos pontos, totalizando seis pontos.

Romain Grosjean marcou todos os pontos para a Haas F1 Team. O piloto de Fórmula 1 veterano realizará o seu centésimo Grande Prémio no domingo, no COTA e na sua segunda participação no traçado de Austin terminou no segundo lugar, atrás do Red Bull de Sebastian Vettel, o melhor resultado da sua carreira.

O colega de equipa de Grosjean, Esteban Gutiérrez, tem vindo a bater à porta dos pontos durante toda a temporada, terminando em décimo primeiro por cinco vezes. O afável mexicano espera conquistar pontos no COTA, antes de rumar à sua própria corrida caseira, uma semana mais tarde – o Grande Prémio do México no Autódromo Hermanos Rodríguez, na Cidade do México.

Esta semana e a próxima, os holofotes estarão na Haas F1 Team. Mas antes de mais, o circuito de 5,513 quilómetros e vinte curvas acena e a equipa de Fórmula 1 americana que pretende tirar o máximo partido da sua passagem pelo solo americano.

 

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