Sexta-feira , Agosto 17 2018
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Editorial (por Paulo Homem-www.ralisonline.net)

Editorial (por Paulo Homem-www.ralisonline.net)

Sendo o Ralis Online um nosso parceiro e na nossa visita diária lemos com bastante atenção o editorial publicado no dia de ontem e onde nos revemos na opinião e sugestões do Paulo Homem…

Por isso pedimos autorização e aqui transcrevemos na integra o mesmo editorial do Ralis Online (www.ralisonline.net)

“Para mim os ralis em Portugal deveriam assistir a uma profunda reforma regulamentar, que passaria pela reorganização total dos campeonatos, pela maior simplificação e clareza das regras e obviamente pela promoção urgente.

Defendo que devia existir um nacional de ralis com 6 a 8 provas (ficando de fora as provas internacionais), deveria regressar o Open com apenas seis provas e um terceiro escalão onde incluiria os sprint / regional.

Nestes sprint / regional, haveria competições no norte, centro e no sul, cada uma com cinco provas, com fortes restrições regulamentares, isto é, apenas poderiam correr carros de duas rodas motrizes e motores até 2.0 litros, sendo que os 4×4 só seriam permitidos no Nacional e no Open. Neste sprint / regional as inscrições tinham que ser baratas e os ralis deveriam ter entre 40 e 60 kms de troços. Qualquer novo piloto, com licença tirada pela primeira vez, teria que fazer uma temporada nesta competição para passar ao Open.

No Open voltava-se ao esquema que tinha no passado em termos regulamentares. Podia-se contudo desenvolver uma categoria para iniciados com carros até 1.6 litros e duas rodas motrizes.

Por ano uma prova do Open subia ao Nacional, o mesmo podendo acontecer com uma prova do sprint / regional em relação a uma subida ao Open.

Qualquer prova do Open e do sprint / regional só os carros elegíveis poderiam participar e pontuar. Qualquer outra carro não elegível para pontuar nestes campeonatos correria numa prova extra, para não retirar o protagonismo aos pilotos que habitualmente disputam estes campeonatos.

No Nacional só não poderiam correr os WRC, estando o regulamentar aberto a todos os restantes tipos de carros desde que tenham homologação FIA. Fazia regressar a Taça de Portugal (poderia ter outro nome) ao Nacional de Ralis, que foi uma boa ideia no passado que depois não teve continuidade, mas permitia também que este tipo de carros (os ex-VSH) ficassem classificados na mesma nas contas do Nacional de Ralis.

Acredito que só reduzindo drasticamente o número de ralis por ano se poderá ter melhores ralis e mais inscritos por prova.

Bons Ralis, MAS EM SEGURANÇA!!!

Paulo Homem”

 

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