Quarta-feira , Outubro 18 2017
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Elisabete Jacinto em segundo da geral dos camiões

Elisabete Jacinto em segundo da geral dos camiões

Elisabete Jacinto alcançou na segunda etapa do rali Morocco Desert Challenge, que se disputou hoje entre Icht e Foum Zguid, o quarto posto da prova destinada aos camiões. Os portugueses avançam, desta forma, na competição no segundo posto da tabela geral da sua classe com uma vantagem de 14 minutos para o terceiro classificado, o holandês Gert Huzink que já venceu esta mesma corrida em 2015.
Nesta especial, composta por 359 quilómetros cronometrados, predominaram as pistas rápidas muito favoráveis aos veículos mais potentes. Ainda assim, a equipa Bio-Ritmo® formada por Elisabete Jacinto, José Marques e Marco Cochinho, gastou 5h01m09s para completar o sector selectivo terminando com uma diferença de apenas 15 minutos para o belga Igor Bouwens que, aos comandos de um IVECO, se classificou no terceiro posto desta etapa. A formação lusa foi ainda nove minutos mais rápida que o sexto classificado da categoria automóvel, posição ocupada pelo francês Michel Visy, que cumpriu a especial em 5h10m25s.
Elisabete Jacinto e a sua equipa cumpriram mais uma etapa sem problemas a registar: “esta etapa foi bem diferente em comparação à de ontem. Andámos sempre em pistas bastante rápidas e em alta velocidade. Como os outros camiões são mais potentes acabaram por nos ultrapassar rapidamente. No entanto, esta posição é, de certa forma, até confortável porque amanhã vamos entrar nas dunas e é bom haver outros camiões à nossa frente para podermos ir nos seus trilhos. Fizemos toda a etapa sem problemas e correu tudo bem”, revelou a piloto portuguesa.
Para a terceira etapa do Morocco Desert Challenge, que se cumpre amanhã entre as cidades marroquinas de Foum Zguid e Oum Jrane, está reservado um dia com uma grande variedade de pisos que vão alternar entre pistas rápidas e técnicas e pisos mais lentos, com muitas pedras e valas profundas. A navegação vai ser, uma vez mais, complexa. Será na travessia do Lac Iriki e nas passagens pelas imensas dunas do Erg Chegaga que vão surgir as maiores dificuldades desta especial composta por 345 quilómetros cronometrados.

 

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