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Fontes vence roleta de Espinho e sagra-se bicampeão (por Paulo Homem)

Fontes vence roleta de Espinho e sagra-se bicampeão (por Paulo Homem)

Num momento em que o Nacional de Ralis deveria estar ao rubro, já que no Rali Casino de Espinho se discutia o título nacional, acabou esta prova por ser o espelho exato do que é atualmente esta competição.

Poucos inscritos, poucos participantes e poucos à chegada, com uma organização esforçada mas sofrível (não lembra ao diabo onde esconderam o parque de assistência!!!), apesar dos troços do segundo dia se terem revelado uma boa aposta.

O que contou foi a vitória e o título de José Pedro Fontes, numa prova que parece ter sido desenhada para as pretensões do agora bicampeão Nacional de Ralis, que assim festejou um título merecido e sem polémicas.

O piloto do Citroen nem se esforçou muito (nem precisava, já que as circunstâncias jogavam a ser favor), acabando por beneficiar de todas as incidências que foram aconteceu, sendo a principal, a desistência de Pedro Meireles logo no primeiro troços “a sério” do rali, que deu a fontes o título.

Um problema com a direção assistida levou o piloto do Skoda a sair de estrada e a arrumar com todas as suas chances de obter o título, ainda o rali ia no adro, pelo que fonte passou então a olhar para a vitória.

Carlos Vieira que tinha sido o primeiro líder do rali, voltou à liderança no início do segundo dia mas acabou fora de estrada na 5ª especial, entrega a liderança de novo a João Barros.

Porém, o piloto do Ford Fiesta também pouco durou na frente da prova, já que na 7ª especial viria também a sair de estrada, quando já era muito pressionado por Fontes, que assim ficou sem adversários na luta pela vitória.

Conta tanta incidência entre os favoritos, assumiram posições de relevo as segundas linhas. Miguel Barbosa venceu ainda um troço, tendo-lhe caído no colo o segundo lugar da geral mas a 1m46s de Fontes.

O “gentleman driver” Elias Barros acabou por terminar em terceiro lugar, demostrando a sua grande evolução como piloto ao longo do ano, não tendo cedido à pressão de Joaquim Alves francamente menos à vontade com o Fiesta R5 no asfalto molhado do que já demonstrou nos troços de terra. Mesmo assim, o piloto local ficou no 4º lugar.

Diogo Gago teve mais uma prestação acima da média. Fez tempos à geral notáveis, mas a sua guerra, leia-se duas rodas motrizes, foi vencida com distinção e sem contestação, tendo mesmo terminado na frente do Skoda Fabia S2000 de Manuel Castro.

Na “guerra” das duas rodas motrizes, título que fica em aberto para o Rali Casinos do Algarve, Paulo neto ficou na segunda posição, logo seguido de Gil Antunes.

Numa prova em que foi 10º, Vitor Ribeiro conquistou o título da RC2N, ao volante do seu Mitsubishi Lancer Evo IX, sendo o único carro da categoria a terminar o rali.

Depois de um primeiro dia em que se brincou aos ralis, com quatro super-especiais, o segundo dia do Rali Casino de Espinho foi bem mais interessante, mas a verdade é que o Nacional de Ralis merecia ser mais bem tratado por quem o dirige e a verdade é que não foi!!!!

Vencedores de Troços
Carlos Vieira (2); João Barros (2); José Pedro Fontes (7); Miguel Barbosa (1)

Comandantes Sucessivos
Carlos Vieira (Pec 1A a 2A); João Barros (2B); Carlos Veira (Pec 3 e 4); João Barros (Pec 5 e 6); José Pedro Fontes (Pec 7 a 10)

Classificação Final Provisória

espinhopro16

 

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