Quarta-feira , Agosto 16 2017
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Guarda com visitas encenadas regulares

Guarda com visitas encenadas regulares

O Clube Escape Livre e o Grupo Hereditas – Investigação e Divulgação do Património vão avançar com visitas guiadas e encenadas ao Centro Histórico da Guarda, entre os meses de Maio e Outubro.

O objetivo é a dinamização da história e do património da cidade mais alta, atraindo novos visitantes ou conduzindo os residentes por uma viagem no tempo, dinâmica, divertida e de aprendizagem, aberta a todas as idades.

No total serão realizadas seis encenações, agendadas para a primeira sexta-feira de cada mês, com partida na Praça Luís de Camões, às 22h00, e com a duração de 90 minutos.

As visitas incidem sobre o período histórico em que a cidade da Guarda teve funções militares, desde a fundação (1199) até à união ibérica (1580). As inscrições podem ser antecipadamente feitas através do contacto com o Clube Escape Livre e têm o valor de 4€ por pessoa, sendo grátis até aos 12 anos. Apresentando o recibo de alojamento ou jantar desse dia numa das unidades de hotelaria ou restauração da cidade, têm o desconto de 50%.

O projeto Hereditas tem como objetivo a investigação e divulgação da herança patrimonial, natural ou humana, material e imaterial, apresentada de forma criativa para os diversos públicos. Além de visitas guiadas, o grupo, atualmente com 12 elementos de áreas tão vastas como a história, as artes performativas, música, arqueologia e desporto, desenvolve também vídeos promocionais sobre alguns locais com interesse histórico ou ofícios antigos, esculturas e Genealogia, com destaque para a Guarda. Escolas com diferentes graus académicos, grupos de visitantes, residentes e curiosos estão entre o público-alvo.

Para Luís Celínio, presidente do Clube Escape Livre, “este é um desafio diferente, muito interessante e com o qual o Clube pretende aumentar a visibilidade do centro histórico da Guarda e permitir aos seus visitantes uma aula dinâmica da história”.

Daniel Martins, coordenador do grupo Hereditas, considera que “esta é uma forma de ‘traduzir’ o património, porque tal como um investigador o investiga e utiliza uma linguagem mais técnica, não se torna tão acessível a todos os tipos de público. Com estas visitas, a informação pode ser transformada numa matéria que toda a gente consiga perceber e esta parceria permite por em prática essa perspetiva do património, disponibilizando-a não só a habitantes da cidade como turistas.”

 

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