Sábado , Novembro 25 2017
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INÍCIO DE ÉPOCA ATRIBULADA PARA ADRUZILO LOPES

INÍCIO DE ÉPOCA ATRIBULADA PARA ADRUZILO LOPES

Ainda não foi desta que Adruzilo Lopes conseguiu obter um resultado positivo ao volante do Porsche 997 GT3. No Rali Vidreiro, prova organizada pelo Clube Automóvel da Marinha Grande, onde o piloto de Regilde contou com José Janela no banco do lado, o abandono ocorreu na primeira passagem por Caranguejeira, após um toque de traseira.

Mas na verdade as contrariedades começaram bastante cedo para a equipa. No primeiro dia de prova e na primeira especial de classificação, Adruzilo Lopes e José Janela levaram o Porsche ao 7º lugar da classificação geral e à 1ª posição entre os RGT, deixando os outros Porsche a distância considerável. Vítor Pascoal a cerca de 30 segundos e Luís Lourenço a 1m25. Mas foi precisamente nessa especial que as adversidades começaram.

Apesar do bom tempo registado, Adruzilo Lopes fez um peão na especial e terminou o troço com um tubo de água do radiador furado, o que determinou o seu abandono nesse dia. Regressado hoje à prova com a penalização resultante do abandono no primeiro dia, Adruzilo Lopes foi o último a partir, com quatro minutos de diferença para o concorrente anterior, um espaço necessário para não apanhar o carro da frente no troço, mas demasiado longo para que a estrada fosse considerada segura. Devido ao seu andamento, o Porsche 997 GT3 não deveria ter partido nessa posição, apesar da penalização sofrida. Com todas estas precauções e consequente alteração de concentração, um toque de traseira viria a ditar o abandono, em mais uma prova que nem deu para aquecer.

Foi um rali que começou mal e acabou da maneira que eu menos queria. São coisas que fazem parte das corridas. Os danos não são grandes, mas não deu para continuar em prova. Agora vamos começar já a pensar na próxima prova no Alto Minho”, disse Adruzilo Lopes.

 

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