Sábado , Outubro 20 2018
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Marco Ferreira abandona devido a despiste

Marco Ferreira abandona devido a despiste

O Rali Sprint Fatacil/Lagoa foi madrasto para a dupla Marco Ferreira e Edgar Gonçalves, que desistiu depois de um aparatoso acidente, felizmente sem danos de maior para piloto e navegador O Clube Automóvel do Sul organizou mais uma prova em terras algarvias, o Rali Sprint Fatacil/Lagoa, pontuável para o Troféu de Ralis Sprint do Sul e para o Master de Ralis Sprint do Sul, a ir para a estrada na tarde de domingo, dia 12 de julho.

Marco Ferreira e Edgar Gonçalves estiveram em dúvida para esta prova, como nos conta o piloto de Santiago do Cacém “tudo indicava para que não pudéssemos alinhar nesta prova, pois tínhamos danos importantes no motor, depois deste ter cedido em Monchique, e relativamente pouco tempo para a reparação, mas os mecânicos da minha equipa de assistência conseguiram recuperá-lo a tempo de se rodar o motor no sábado, e correr no domingo. Já no dia da prova detetámos outros problemas ao nível da afinação do motor e eletrónica, mas conseguimos resolver os mais relevantes e arrancar para a prova”.

Os 23 inscritos à partida tinham pela frente dois troços cronometrados para serem percorridos 3 vezes, o primeiro com apenas 3,5 km e o segundo com cerca de 7 km, com traçados muito estreitos, como refere Marco Ferreira “desconhecia por completo este rali, mas nos reconhecimentos percebemos que seria uma prova complicada, com muita condução, muito técnico, com zonas extremamente estreitas e sujas entre muros, diferentes tipos de asfalto e consequentemente diferentes níveis de aderência, chegando mesmo a ter cerca de 500 metros em terra… ”.

Marco Ferreira, que conta com os apoios de Tudóptica, JBJF, TransmissãoSado, Hora D’Impacto, Jorge Amortecedores e Eni explica que “estávamos em quinto à geral e a fazer um rali sem forçar, e no fim do quinto troço, numa direita que fazíamos em terceira velocidade, mas que tínhamos que fazer por fora pois havia um grande fardo de palha no interior da curva, pisámos o sujo e perdemos a traseira. Conseguimos endireitar o carro já na berma, que tinha alguns montes de vegetação cortada e pedras, mas quando nos preparávamos para voltar ao asfalto, encoberto por uns ramos de um arbusto estava um muro, paralelo à estrada…não tivemos qualquer hipótese… nem travámos! Felizmente as seguranças que possuímos no carro funcionaram na perfeição, e saímos pelo nosso pé. Quero agradecer ao Ricardo Teodósio e ao José Teixeira por terem parado e prestado apoio, e à pronta intervenção dos bombeiros. Fomos observados no local e posteriormente no hospital, e felizmente, tanto eu como o Edgar não apresentamos quaisquer problemas de saúde, exceto algumas nódoas negras. São coisas de corridas…Agora é pensar em voltar aos ralis o mais depressa possível”.

 

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