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Portugueses destacaram-se em Montalegre

Portugueses destacaram-se em Montalegre

Brilhante a prestação e Mário Barbosa que levou o Citroen Saxo Kit Car até ao segundo posto na final da Super 1600, conseguindo assim, na prova de abertura do Campeonato do Mundo de Ralicross, um feito nunca até agora alcançado por um piloto nacional.

 

Depois de uma quarta corrida de qualificação com um quinto posto “arrancado a ferros”, Mário Barbosa não só se qualificou para as finais, como parte da linha da frente para a segunda meia-final.

Mário Barbosa partiu muito bem, mas depois de ter sido travado durante duas voltas por um concorrente mais lento, ficou impossibilitado de lutar pela liderança da corrida, terminou num brilhante segundo lugar.

Ficava assim a partir da segunda linha, mas rapidamente era terceiro classificado. Fez uma prova de garra ao longo das seis voltas da final, com o apoio dos largos milhares de espectadores – principal e naturalmente dos Portugueses – mais de 25 mil, que encheram completamente o circuito de Montalegre.

O ponto alto da jornada aconteceu quando Mário Barbosa assumiu a vice-liderança e correu atrás do prejuízo para ainda tentar vencer. Mas a bandeira axadrezada terminava a prova e a vitória era posse de Ulrik Linnemann, o piloto com a maior ovação era naturalmente para Mário Barbosa.

 

Ricardo Soares (Citroen Saxo Kit Car) era o segundo melhor piloto nacional. Contas feitas, após a quarta corrida de qualificação, era o 16º da classificação final. Na 21ª posição terminava o colega de equipa, Mário Teixeira (Ford Fiesta S1600), seguido de Joaquim Machado (Peugeot 206 S1600), que foi o 23º classificado.

A classificação dos pilotos portugueses encerra com Hélder Ribeiro, que teve inúmeros problemas no Citroen C2 S1600, que o impediam de ir mais além do que a 27ª posição.

Super Cars

Joaquim Santos (Ford Focus RS) foi o representante nacional na categoria máxima do Ralicross Nacional. Numa luta desiquilibrada com os protagonistas do mundial, foi 20º classificado.

Kartcross

Luís Almeida (Semog ER) lidera a classificação após as três mangas da qualificação. Um primeiro, um segundo e um terceiro lugar, dão-lhe cinco pontos de vantagem sobre Nuno Godinho (Semog Bravo), que se afirma como a principal oposição. Um segundo e um terceiro lugar garantem o segundo posto.

Artur Monteiro (AG Sport) está com o terceiro posto após as qualificações. Estavam encontrados os homens que iam partir da primeira linha.

Corrida muito disputada, com Pedro Rosário (Semog Bravo ER) a furar da quarta posição e a colocar-se no grupo de frente. Mário Rato (Semog) estava a entrar no grupo dos três da frente, depois de também ele furar e enquanto lutava para pódium, um toque coloca-o fora de combate.

Nuno Godinho levava a melhor contenda, e passava incólume pelas confusões.  Chega ao fim na frente, com uma vantagem de 1,8 segundos sobre Luís Almeida, que até tinha partido da pole-position.

Nuno Bastos (ASK Evo) vinha lá de trás, da oitava posição, e era o terceiro a cortar a meta. Seguem-no Pedro Rosário, que entretanto tinha baixado para quarto. O grupo dos seis da rente encerrado por José Luís Pereira (AG 600 Sport) e José Carlos Pinheiro (Semog ER).

 

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