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Prontos para Subir na Terra do Sol Nascente

Prontos para Subir na Terra do Sol Nascente

 

Depois de Algumas corridas Difíceis, a Haas F1 Team quer lutar por pontos no Japão

KANNAPOLIS, Carolina do Norte (5 de Outubro, 2016) – Apesar de duas as corridas em que a Haas F1 Team teve resultados aquém do desejado, ainda assim o Sol levantou-se nas segundas-feiras depois dos Grandes Prémios de Singapura e da Malásia. É apropriado, então, que a Haas F1 Team visite o País do Sol Nascente no próximo fim-de-semana, onde espera inverter a recente tendência.

O Grande Prémio do Japão, que se realiza no próximo domingo no Circuito de Suzuka, marca o final da etapa de três corridas realizadas no Extremo Oriente. A visita não foi frutuosa para a Haas F1 Team, com a equipa a sofrer três abandonos e não marcou qualquer ponto.

Apesar dos recentes desilusões, o circuito de 5,807 quilómetros e dezoito curvas oferece aos pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez, a possibilidade de recuperação.

Grosjean liderou o Grande Prémio do Japão de 2013 durante vinte e seis voltas, acabando por terminar no terceiro posto, no encalço dos Red Bull de Sebastian Vettel e Mark Webber. No Grande Prémio do Japão do ano passado, Grosjean terminou nos pontos, com um sólido sétimo lugar.

Gutiérrez marcou pontos pela primeira vez na Fórmula 1 quando terminou em sétimo lugar em Suzuka, na sua temporada de estreia, em 2013. O afável piloto tem vindo a bater à porta de classificações nos pontos durante todo o ano, terminando por cinco vezes no décimo primeiro lugar nas doze últimas corridas.

Grosjean e Gutiérrez olham com ansiedade para Suzuka e não apenas por ser sua próxima oportunidade para ultrapassar os infortúnios que sofreram. Suzuka é um circuito de pilotos, onde os carros podem ser puxados até ao seu limite absoluto, sem estar agarrados à pista devido ao apoio aerodinâmico máximo.

O layout de Suzuka perfaz um oito e é único traçado entre os vinte e um que compõem o calendário da Fórmula 1 com esta configuração. A ponte que passa por cima da recta que liga a curva 9 (Degner 2) à 10 é a sua assinatura, com os pilotos a rodarem próximos dos 330Km/h quando atravessam a pista a caminho da Curva 15, mais conhecida por 130R, baptizada desta forma devido ao seu raio de 130 metros.

O primeiro sector da pista sublinha a eficiência aerodinâmica dos carros, ao passo que o segundo sector recompensa a potência. O traçado oferece todos os tipos de curvas e o seu asfalto relativamente antigo fornece um elevado nível de aderência.

A grande quantidade de aderência combinada com elevadas forças laterais durante as curvas acelera o desgaste dos pneus, o que levou a que, pela segunda semana seguida, a Pirelli leva os três compostos mais duros da sua gama – P Zero Laranja/Duro, P Zero Branco/Médio e P Zero Amarelo/Macio.

Resiliência é um adjectivo que descreve perfeitamente a Haas F1 Team. A primeira equipa de Fórmula 1 americana em trinta anos já marcou vinte e oito pontos na sua temporada de estreia na categoria máxima do desporto automóvel e está num respeitável oitavo lugar no Campeonato de Construtores, a dezanove pontos da Toro Rosso, a sétima classificada, e com vinte de vantagem sobre a Renault, que está na nona posição.

Estão cinco corridas por disputar em 2016, o que oferece à Haas F1 Team mais cinco possibilidade de solidificar a sua posição entre as suas adversárias mais estabelecidas. Tendo já se elevado do sonho até à realidade, a Haas F1 Team procura manter a sua trajectória ascendente no Grande Prémio do Japão, que se realiza no domingo.

 

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