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Razões para ir às 4h do Estoril do European Le Mans Series

Razões para ir às 4h do Estoril do European Le Mans Series

1. Filipe Albuquerque, juntamente com os companheiros da Jota Sport, Simon Dolan e Harry Tincknell, chegam ao Estoril na liderança do campeonato com 76 pontos conseguidos, mais dois que aqueles que lhe valerem o segundo posto no ELMS 2014, após cinco jornadas.

2. O trio de pilotos da equipa Jota Sport terminou sempre no pódio nas quatro provas de 2015, somando uma vitória, um segundo e dois terceiros lugares na categoria LMP2. Nas duas últimas temporadas do ELMS, nenhuma outra equipa conseguiu tantos pódios (sete em nove corridas), ou pontos (150). E tirando o abandono na primeira corrida de 2014, em Silverstone, quando lideravam, nunca ficaram abaixo do quarto lugar.

3. Francisco Guedes e Filipe Barreiros, pilotos da Ferrari Portugal, podem chegar ao pódio final em diferentes campeonatos de GT durante a temporada 2015. Confirmado o terceiro posto nos ProAm do Blancpain Endurance Series, Francisco Guedes discute igual posição nos GTC do ELMS. Enquanto isso, Filipe Barreiros tem assegurado um pódio nos GT3AM do GT Open, onde ainda está em posição de lutar pelo título.

4. A prova portuguesa reúne à partida quatro categorias (LMP2, LMP3, GTE e GTC), sendo que existem carros de 10 marcas diferentes: os protótipos da Gibson, Ligier, Oreca, BR, Morgan e Ginetta, e os GT da Ferrari, BMW, Aston Martin e Porsche.

5. James Calado, piloto oficial da Ferrari no WEC, estreia-se no ELMS em casa… ou quase. O britânico é neto de um português, de Cascais, que emigrou para terras de Sua Majestade há mais de 30 anos.

6. Nicolas Lapierre é outro nome de relevo que se estreia no ELMS nas 4 Horas do Estoril. O francês ganhou provas em várias disciplinas de monolugares, com destaque para o G.P. de Macau de F3 em 2003, para além do título de A1GP em 2005/2006 como piloto do Team France. Passou depois pela Toyota no WEC e este ano ganhou os LMP2 nas 24 Horas de Le Mans.

7. O Autódromo do Estoril é das poucas pistas ao redor do mundo que recebeu provas de quase todos os campeonatos do Mundo com a chancela FIA – a excepção é o Mundial de Ralicross. Para além do Mundial de Sport em 1977 (o equivalente actual do WEC), houve competições do Mundial de F1 entre 1984 e 1996, enquanto o Mundial de Carros de Turismo (WTCC) visitou a pista em 2008, bem como antes o Mundial FIA GT1, em 2000. Até o Mundial de Ralis aí marcou presença, não só com o tradicional slalom de consagração na década de 70, mas também com um troço cronometrado a abrir as edições de 1987 a 1989. Se somarmos ainda os Mundiais de Motociclismo (2000-2011) e de Superbike (1988 e 1993), sem dúvida que é um circuito com enorme tradição e peso na história do Desporto Motorizado.

8. A pista do Estoril foi projectada pelo arquitecto brasileiro Ayrton Lolô Cornelson, que desenhou igualmente o Autódromo de Luanda, em Angola, e as pistas brasileiras de Jacarepaguá (que também recebeu a F1) e Curitiba. Dizem que foi inspirado pelo principal desenhador das décadas de 60 e 70, o holandês John Hugenholtz, criador dos circuitos de Suzuka, Zolder, Nivelles, Jarama e da parte do estádio na pista de Hockenheim, para além dos ajustes finais em Zandvoort, que tinha sido concebido pelos nazis como palco de desfiles. Cornelson desenhou ainda os estádios de futebol Couto Pereira, Pinheirão e Mineirão, no Brasil.

9. Assistir às 4 Horas do Estoril significa, num relance, ver carros de Le Mans, ensaiar a pista num carro de competição, experimentar simuladores e mesmo participar em competições virtuais, conversar com os pilotos, obter cartazes e postais autografados, participar num encontro de clássicos e numa tertúlia com pilotos portugueses que estiveram nas 24 Horas de Le Mans, ver aviões de caça, carros dos bombeiros clássicos, um comboio a vapor, carros do Rali de Portugal Histórico, veículos militares clássicos, uma mostra de arte dedicada ao desporto automóvel, uma feira de miniaturas e ainda ter a forte possibilidade de ver um português – Filipe Albuquerque – ser coroado campeão da Europa de resistência!

10. Ir ao Autódromo do Estoril é ter num raio de 15 km, praias calmas para banhos de mar (Tamariz, Rainha, etc), ou mares revoltos do Guincho para a prática de Surf, Windsurf ou Kitesurf, poder jogar num dos maiores casinos da Europa (Estoril), passear de barco num dos palcos de vela mais apreciados pelos velejadores mundiais (a Baía de Cascais), comer em excelentes restaurantes e dormir nos melhores hotéis, alguns palco de histórias de espionagem durante a II Guerra Mundial, como o Palácio. Pode ainda visitar a bucólica Sintra, com a verdejante beleza da Serra onde tantos ralis se fizeram em troços míticos como Lagoa Azul, Peninha ou Sintra, os seus palácios (Pena e Vila) e castelos (Mouros), ou até descobrir vinhos de enorme qualidade, como o Carcavelos ou o Bucelas. Tudo isto com a capital do país, Lisboa, a menos de 30 km. Nenhuma outra pista ao redor do mundo oferece tanta diversidade de atracções nas redondezas.

Para mais informações sobre o evento: www.elms-4hestoril.com

 

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