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Regresso a #Haastin

Regresso a #Haastin

Circuit of the Americas Dá as Boas-Vindas à Haas F1 Team

KANNAPOLIS, Carolina do Norte ( 15 de Outubro de 2017) – Desde que começou haver uma noção de uma equipa americana, quando em Janeiro de 2014 Gene Haas respondeu ao desafio da FIA para ingressar na Fórmula 1, que os nomes da Haas e do Circuit of the Americas estão inexoravelmente ligados.

Antes da Haas F1 Team, desde 1986 que não havia uma equipa de Fórmula 1 americana. E antes do Circuit of the Americas, ou COTA como é mais conhecido, não havia uma corrida de Fórmula 1 em solo americano desde 2007, quando foi disputado na Indianapolis Motor Speedway o Grande Prémio dos Estados Unidos.

O COTA voltou a colocar a Fórmula 1 no mapa americano quando se tornou no primeiro circuito construído propositadamente para a Fórmula 1. Construído em 2011 e albergando a Fórmula 1 pela primeira vez em 2012, o COTA, e a sua “cidade de residência”, tornou-se num destino para a indústria da Fórmula 1, que visitará a cidade da Violet Crown pela pela quinta vez, quando o Grande Prémio dos Estados Unidos se iniciar no próximo fim-de-semana.

Coincidentemente, Gene Haas assegurou a sua primeira vitória na NASCAR Sprint Cup Series em 2011, quando o seu piloto e sócio, Tony Stewart, venceu o campeonato de forma épica ao bater Carl Edwards no desempate. Os dois terminaram a temporada empatados no número de pontos, mas as cinco vitórias de Stewart sobrepuseram-se ao triunfo de Edwards.

Esse campeonato colocou a Stewart-Haas Racing (SHR) na elite das equipas que venceram campeonatos de NASCAR. Três anos mais tarde e seis anos depois da sua estreia, a SHR venceu o seu segundo título com Kevin Harvick, em 2014. A organização está novamente na luta pelo ceptro deste ano, com Harvick no no comando do campeonato.

Gene Haas fundou a Haas Automation em 1983 e desde então transformou a companhia sediada em Oxnard, Califórnia, na maior companhia de construção de máquinas CNC da América do Norte e demonstra ter pelo automobilismo mais que uma paixão. É um pilar no crescimento da sua companhia e parte do ADN da Haas Automation. O envolvimento de Gene Haas na Fórmula 1 deve-se parcialmente ao desafio da competição, mas também ao crescimento da Haas Automation para lá da América do Norte.

“De um ponto de vista internacional, a Fórmula 1 é o escalão mais elevado do desporto automóvel e a Haas Automation constrói ferramentas mecanizadas da mais elevada qualidade”, afirmou Haas. “Quando ouvimos ‘F1’ sabemos exactamente o que é – uma competição global que demonstra a mais recente tecnologia e atrai os melhores talentos de engenharia e design. A Haas Automation tem uma excelente reputação no Estados Unidos e pretendo que essa reputação cresça a nível mundial. Ligar a Haas Automation à Fórmula 1 através do nome e da prática é a melhor forma para fazer crescer o nosso negócio e elevar a Haas Automation a uma marca global premium”.

O COTA funciona como um componente-chave para a visão de Gene Haas.

“Como uma equipa americana, ter uma corrida de Fórmula 1 em solo americano é incrivelmente importante”, disse Haas. “Quando chegámos o ano passado a Austin, penso que provamos que poderíamos encarar as equipas estabelecidas de igual para igual. Tivemos uma entrada na Fórmula 1 bem-sucedida. Alcançámos a maior parte dos nossos objectivos, mas verdade ultrapassámos as expectativas que tínhamos no início da época. Agora, regressamos com uma temporada no nosso currículo. Temos marcado pontos consistentes e já marcámos mais pontos. Mas podemos ainda ser melhor e poderemos mostrar o nosso crescimento e o que podemos fazer em casa, o que será muito gratificante.”

Em vez de Austin, talvez devamos chamar de #Haastin, uma vez que o cinzento e o vermelho, as cores da Haas F1 Team, são prevalentes na cidade e na pista.

Estas cores podem ser orgulhosamente exibidas pela Haas F1 Team no COTA, quando está evolvida numa acirrada luta no meio do pelotão contra equipas que têm décadas de experiência. O Grande Prémio dos Estados Unidos é a quarta corrida antes do final da temporada de 2017 e, graças a um resultado com ambos os pilotos nos pontos no Grande Prémio do Japão, no Circuito de Suzuka, a Haas F1 Team ultrapassou a equipa de fábrica da Renault para recuperar o sétimo posto no Campeonato de Construtores. Depois de ter chegado ao Japão a cinco pontos da Renault, a equipa americana saiu de lá com um ponto de vantagem sobre a Renault, tendo igualmente diminuído a sua desvantagem para a Toro Rosso, a sexta classificada, para nove pontos.

Os pontos são sempre o objectivo da Haas F1 Team e ambos os pilotos já terminaram entre os dez primeiros no COTA. Na segunda participação no traçado de 5,513 quilómetros e vinte curvas, em 2013, Romain Grosjean terminou no segundo lugar, atrás do Red Bull de Sebastian Vettel, o melhor resultado da sua carreira. É um dos três resultados nos pontos que Grosjean alcançou em cinco arranques no COTA. O seu colega de equipa, Kevin Magnussen, terminou nos pontos na primeira vez que esteve no COTA, em 2014, quando terminou em oitavo. E na sua segunda corrida de Fórmula 1 no COTA, o ano passado, Magnussen cruzou a linha de meta num respeitável décimo segundo posto.

Com uma história de pontos no COTA e de pontos nas suas corridas mais recentes, no Japão, a Haas F1 Team chega a casa a apontar na direcção certa.

Circuit of the Americas

Perímetro: 5,513 km
Voltas: 56
Distância: 308,405 km
Transmissão: Sport TV5 – 20h00

 

Sobre a Haas Automation
A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

Sobre a Haas Factory Outlet – Portugal
A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.

A viagem ao Estremo Oriente envolveu muitos altos e baixos para a Haas F1 Team. Tiveram que recuperar de dois acidentes – um na Malásia e outro no Japão – ainda assim, conseguiram somar sete pontos para recuperar o sétimo lugar no Campeonato de Construtores. Descreva a forma como a equipa geriu essa adversidade e conseguiu resultados quando foi tempo de competir.
“Em dois dos três fins-de-semana conseguimos pontos, que é sempre o nosso objectivo. É claro que tornámos a nossa tarefa mais difícil com os acidentes nas sessões de treinos-livres – isso não ajuda. Mas o que provámos é que os nossos mecânicos conseguem gerir essas situações. É evidente que eles prefeririam não ter que mudar todas aquelas peças do carro durante a noite, mas foi feito de forma diligente. Os carros não tiveram problemas quando foram para as corridas. Estavam em boa forma. Conquistar pontos em duas de três corridas foi um sucesso. É muito duro e manter o sétimo lugar no Campeonato de Construtores será desafiante. Não vamos desistir. Vamos lutar.”

Esses pontos foram mais gratificantes para os mecânicos, sabendo o que tiveram que recuperar para assegurar esses resultados?
“É claro. São pessoas que fazem isto há muito tempo e sabem que os resultados aconteceram por causa deles. Todos estão do lado deles e estão orgulhosos do que fizeram.”

O Japão foi, obviamente, o momento alto do périplo pelo Extremo Oriente, com ambos os carros nos pontos. Esse resultado foi importante, quando a equipa vai agora para a sua corrida caseira – o Grande Prémio dos Estados Unidos da América?
“É sempre motivador. Estes homens trabalham para o sucesso. Para nós, o sucesso é marcar pontos. Marcámos pontos com ambos os carros pela segunda vez desde que entrámos na Fórmula 1, que foi há menos de dois anos. Todos estão entusiasmados e agora vamos para os Estados Unidos da América, o país da Haas F1 Team. É claro que motivador e todos querem continuar assim.”

O Circuito de Suzuka, no Japão, tem sido uma pista onde a Haas F1 Team se mostrou muito forte. Foi a primeira pista onde a equipa colocou ambos os carros na Q3 e foi o cenário onde a equipa somou pontos com ambos os carros pela segunda vez. Por que motivo essa pista parece fazer sobressair as melhores características da Haas F1 Team?
“O nosso carro, este ano e o ano passado, é muito bom em circuitos técnicos com curvas de alta-velocidade. Talvez tenhamos um pouco de sorte, também. Diria que Suzuka é um dos circuitos mais, se não for o mais, técnicos do calendário. Muito de carro tem que ser bom e os pilotos precisam de estar ao seu melhor nível. Tudo correu bem nos dois anos em que lá estivemos.”

De que forma tentam transferir os bons resultados do Japão para mais uma boa classificação no COTA?
“Não há uma receita. Vamos para a primeira sessão, vemos onde estamos, e partir daí tentamos evoluir. Como digo habitualmente, realizar previsões este ano, no meio do pelotão, é impossível. Ninguém consegue prever. As pessoas colocaram-nos de parte depois da Malásia. Disseram que tínhamos marcado os nossos últimos pontos. Depois fomos para o Japão e marcámos pontos com os dois carros. Tudo pode acontecer. Não depende apenas do que fazemos, mas também do que as outras equipas fazem. Isso é óbvio, mas ao ser muito competitivo, tudo pode acontecer. No ano passado marcámos um ponto no COTA e este ano vamos tentar fazer melhor.”

Disse anteriormente que algumas evoluções técnicas para o Haas VF-17 estavam planeadas para o COTA. Quais são?
“É a última evolução para o carro deste ano. As modificações serão realizadas nas derivas laterias e no fundo plano. Será fácil reconhecê-las, quando virem o carro.”

Relativamente às evoluções técnicas, o processo entre a ideia original e a montagem no carro é muito longo?
“Depende da evolução. Depende se as peças são muito grandes e intricadas. Por vezes encontramos algo que é melhor, mas não é eficiente fazê-lo, portanto, temos que esperar ter mais componente para colocar no carro. Pode variar entre um a três meses.”

Apesar das equipas terem parado o desenvolvimento dos seus respectivos carros, o meio do pelotão parece mais competitivo que nunca. Isto deve-se ao facto de agora as equipas conseguirem tirar o máximo partido do que têm? Se é, de que forma podem evoluir nas últimas corridas?
“Para encontrar a afinação certa, os pneus têm que funcionar. Ao longo de todo este ano, colocar os pneus funcionar correctamente tem sido o mais importante. É nisso que nos estamos a focar.”

O Grande Prémio dos Estados Unidos é importante para a Haas F1 Team e para o reconhecimento da Fórmula 1 na América?
“O COTA é uma prova muito reconhecida. Na Fórmula 1 todos gostam dela. Têm boas vendas de bilhetes – mas do que um quarto de milhão de pessoas vão ao circuito – o que é fantástico. A pista é muito excitante. Não há nada de negativo a dizer sobre o COTA. Adiccionou algo de muito bom ao calendário, ao marcar presença novamente na Fórmula 1, que é a maior economia do mundo. Penso que todos anseiam por ir lá e muita gente está ansiosa por assistir à corrida pela TV.”

Gostaria de ver outra corrida de Fórmula 1 na América?
“Claro, gostaria que todas as corridas fossem na América. Teríamos menos viagens! É evidente, que isso não pode ser, mas uma ou duas corridas, penso que é possível. Deveria ser numa grande cidade, onde existisse uma grande população e onde houvesse uma grande base de fãs. Miami, Los Angeles e Nova Iorque seriam locais fantásticos, até Las Vegas poderia funcionar. Creio que não há falta de lugares aonde ir. A questão é mais aonde podemos ir o mais rapidamente possível.”

Outra corrida na América seria benéfico ou prejudicial para a presença do COTA na Fórmula 1?
“Existe mercado suficiente para termos uma segunda corrida nos Estados Unidos da América. É um país grande. Desde que não seja próxima de Austin, penso que poderia funcionar.”

Austin tornou-se num destino para a Fórmula 1 à semelhança do que aconteceu com Singapura e Mónaco. Por que motivo a cidade ressoa tão bem entre a comunidade da Fórmula 1?
“É uma cidade porreira. Há muita coisa que as pessoas podem fazer que não encontram noutro local. Não é como outras cidades aonde vamos. É uma cidade porreira com uma boa energia. As pessoas gostam disso. O clima é bom, a pista é boa e os edifícios de apoio também. É por isso que todos adoram ir a Austin.”

Foi anunciado que 2017 será o último ano da NBC como televisão que transmite a Fórmula 1 para os Estados Unidos da América para em 2018 esse papel ser realizado pela ESPN. A NBC transmitiu a Fórmula 1 exclusivamente desde 2013 e foi importante para a promoção da Haas F1 Team na sua época de estreia, o ano passado. Pode apontar de que forma a NBC contribuiu para o crescimento da Fórmula 1 na América?
“Quando vemos alguém partir – alguém que realizou um bom trabalho e nos ajudou a crescer – é triste. A NBC apoiou-nos e acreditou em nós e temos uma excelente relação com a sua equipa. Sabem do que estão a falar – são entendidos. É triste ver pessoas, companhias irem para outro lado. Em nome da Haas F1 Team, gostaria de agradecer a todos os envolvidos, desde os produtores, cameraman’s, repórteres e comentadores – ajudaram-nos muito.”

 

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