Quinta-feira , Outubro 29 2020
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Álvaro Parente recupera até sétimo na Taça do Mundo

Álvaro Parente recupera até sétimo na Taça do Mundo

 

Álvaro Parente voltou a protagonizar uma prestação de ataque em Macau e terminou a Taça do Mundo FIA de GT num bom sétimo lugar, adoptando um ritmo forte sem que caísse nas armadilhas do exigente Circuito da Guia.

A arrancar de nono, o português sabia que teria uma tarefa bastante complicada pela frente, uma vez que sem velocidade de ponta, as possibilidades ganhar posições em pista seriam diminutas e teria que contar com os erros dos pilotos que se encontravam à sua frente para subir na classificação.

O arranque apresenta sempre a melhor forma subir posições e o piloto oficial da McLaren GT não deixou os seus créditos por mão alheias, evitando a carambola que aconteceu à sua frente na travagem para Lisboa, para subir três lugares.

O incidente acabou por dividir o pelotão em dois e, na liderança do segundo, Álvaro Parente rodou consistentemente nos limites, tentando compensar na zona da Montanha a falta de velocidade de ponta de que sofria na zona baixa.

Esta postura permitiu-lhe rodar em tempos muito próximos dos cinco primeiros e ser o mais rápido, por larga margem, no segundo sector – que correspondia à zona da Montanha. No entanto, a falta de velocidade de ponta imposta pelo BoP acabou por deixar o português desamparado quando foi atacado pelo seu perseguidor, concluindo a prova, que terminou antes da distância prevista devido a dois acidentes separados, no sétimo lugar.

“Foi a prova possível – aproveitei todas as oportunidades que se me apresentaram para subir lugares, o que fiz logo no arranque; e ataquei de princípio a fim. O McLaren 650S estava muito bom na Montanha, mas no primeiro e segundo sectores estivemos sempre expostos. Penso que o sétimo lugar é um bom resultado, seria difícil fazer melhor”, apontou Álvaro Parente.

Apesar de todas as dificuldades que enfrentou ao longo da Taça do Mundo FIA de GT, uma competição com diversas equipas e pilotos oficiais, o português mostrou-se satisfeito com o seu regresso a Macau, após onze anos. “Competir no Circuito da Guia é sempre especial, dado que é um traçado muito exigente e desafiante. Fruto de um BoP desequilibrado, não pudemos estar envolvidos na luta pela vitória, mas sabemos que temos o potencial para nos batermos pelas posições cimeiras, como demonstrámos na zona da Montanha, e espero regressar para o provar”, sublinhou o piloto oficial da McLaren GT.

Foto/Picture: Cheung Chi Wai

 

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