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Breves Rallycross Mação

Breves Rallycross Mação

Sérgio Castro: “Montalegre já lá vai. Em Mação quero estar na luta pelo triunfo!”

A prova número 2 do Campeonato de Portugal de Kartcross by Transwhite será em Mação e o piloto do ASK 18 quer voltar a provar que consegue ser dos mais rápidos e, como tal, um dos candidatos às vitórias.

Com a “cabeça limpa” do infortúnio que o afastou de uma mais do que possível vitória em Montalegre, o piloto de Figueiró chega a Mação com “expectativas elevadíssimas, depois do fim de semana de Montalegre em que mostramos a nossa rapidez, rodando nos lugares cimeiros”.

A prova raiana ao Gerês seria abruptamente interrompida falta de luz de stop, mas “isso já lá vai. Foi um balde de água fria, mas aprendemos com esses momentos”.

No período temporal entre as duas provas, a equipa técnica de Sérgio Castro trabalhou bastante para “desenvolver o ASK18, sobretudo ao nível dos braços de suspensões e nos ‘setups’, tendo um pequeno teste, que realizamos no passado fim-de-semana, validados as alterações”, revela o piloto.

Sérgio Freitas está entusiasmado pois “o circuito de mação é muito particular sim, alem de ser a pista com mais piso em terra, é um circuito muito técnico e não posso negar que é nesse tipo de circuito que me sinto mais a vontade”, assumindo que “vamos trabalhar para impor um ritmo forte logo desde os treinos e estar entre os mais rápidos ao longo do fim-de-semana. Chegar à final será o objetivo mínimo, mas o que queremos mesmo é lutar pelo triunfo”.

Luís Morais: “vamos desfrutar de mais um ralicross antes de nos focarmos no Rali de Portugal!”

Depois de ter brilhado em Fafe, na sua estreia absoluta no Campeonato de Portugal de Ralis, o piloto lousadense muda o “chip” e regressa às origens: vai ao traçado internacional de Montalegre enfrentar o feroz pelotão da Divisão S1600 do Campeonato de Portugal de Ralicross. Depois será tempo de preparar o Rali de Portugal.

Já diz a sabedoria popular que “para a frente é que é caminho”. Doutas palavras e que Luís Morais segue na íntegra.

O rápido piloto de Lousada já assimilou o resultado menos positivo de Mortágua: “foi um rali onde fui muito infeliz. Estávamos a andar muito cautelosos, pois era um rali muito duro e o andamento estava a ser mesmo muito bom. Depois rebentou o tubo de óleo da direção assistida do Peugeot 208 Rally4, forçando a desistência”.

Para Luís Morais, este abandono e o resultado menos bom do Terras D’Aboboreira “em nada abala a nossa confiança e a nossa motivação. Em ambos os ralis, provamos que, tal como em Fafe, temos andamento para andar entre os melhores, mesmo sendo esta a minha primeira época no Campeonato de Portugal de Ralis Duas Rodas Motrizes. Por vezes, o entusiasmo de quem nos rodeia faz com que naturalmente estejam sempre à espera de grandes resultados, mas não embandeiramos em arco quando somos bem-sucedidos, como não desanimamos quando as coisas são menos boas”.

Por isso, o lousadense já só tem olhos para “preparar muito bem a nossa presença no Vodafone Rali de Portugal. É uma honra ir competir no melhor rali do mundo e estou feliz por ir ser navegado pelo meu amigo Paulo Silva, que me acompanhará até ao fim da época. Estou certo de que vamos nos entrosar rapidamente e que seremos bem-sucedidos”.

Morais revela que “possivelmente só faremos a primeira etapa, pois é a que conta para o CPR 2RM e para a Peugeot Rallye Cup Ibérica, mas, se tudo correr bem, logo se vê”.

Entretanto e sem delongas na sua atividade desportiva, Luís Morais volta já este fim-de-semana aos comandos do seu Citroen Saxo S1600 para estar presente em Mação, na segunda prova do Campeonato de Portugal de Ralicross by Transwhite.

Será mais “uma prova para me divertir e para estar com os meus muitos amigos do ralicross. Mação é um circuito que me muito gozo, por ser muito técnico, exigindo muito do motor e das suspensões”. Luís Morais encara a prova “sem pressões, pois o meu foco são os ralis. Mesmo assim, vou dar o meu melhor e tentar chegar à final”.

O piloto não se esquece de agradecer “a toda a equipa e amigos que me acompanham nesta aventura e sobretudo à família que me está a dar apoio máximo este ano para conseguir atingir os meus objetivos. Uma palavra muito especial ainda para os meus patrocinadores, Talho Magalhães, Quinta de Marlães, ETS e BM Auto por todo o apoio que me dão no ralicross”.

Pedro Tiago: “Mação será o nosso primeiro verdadeiro teste em 2022!”

O lousadense encara o 57º Mação Verde Horizonte como um desafio que quer suplantar com distinção. Aos comandos do seu Skoda Fabia S1600, Pedro Tiago enfrenta o feroz pelotão da sua Divisão e quer estar na corrida decisiva do fim-de-semana desta segunda tirada do Campeonato de Portugal de Ralicross by Transwhite.

Montalegre transformou-se num pequeno pesadelo o craque lousadense que, em 2018 e 2019, chegou ao bicampeonato na Divisão Nacional 1.6.

“No somatório final, nem dez voltas dei à pista de Montalegre e por isso não conseguimos ter uma noção clara de como nos situamos no pelotão”, lembra Pedro Tiago que entre problemas e toques, teve uma jornada inaugural do campeonato infeliz.

Mas já lá vai. Agora o foco está em Mação que será para o lousadense “o nosso primeiro verdadeiro teste em competição esta época. A pista de Mação tem um traçado que gosto muito, sendo mesmo uma das minhas pistas favoritas, a par com Lousada e Sever do Vouga”, realçando que o circuito ribatejano é “fisicamente muito exigente. Pista muito técnica, que exige sangue-frio e um grande trabalho de preparação, pois o Setup do carro é totalmente diferente das demais”.

Pedro Tiago considera que “a nossa equipa fez um bom trabalho para preparar o carro e vou confiante de que poderemos ser competitivos. Ir à final é o nosso primeiro objetivo e, estando lá, logo se vê do que seremos capazes face aos adversários”.

Pedro Rosário: “queremos estar na luta pelo pódio em Mação!”

Depois de ter tido um arranque de época atribulado em Montalegre, o consagrado conimbricense está de olhos postos no regresso já no próximo fim-de-semana aos resultados de topo, na corrida de Mação, segunda prova do Campeonato de Portugal de Kartcross by Transwhite 2022.

A mudança de kartcross para 2022 fazia Pedro Rosário e a sua equipa preverem que poderiam acontecer algumas “dores de crescimento” e, como tal, não foi surpresa que “o início do campeonato foi complicado. Um kartcross muito diferente e sem tempo para testar resultou em falta de fiabilidade em alguns componentes, mas trabalhamos a fundo para chegar agora a Mação em condições bem diferentes”.

Como tal, a expectativa de Rosário para o 57º Mação Verde Horizonte “é muito diferente. Fizemos alterações ao nível da transmissão, suspensões e travagem. Com estas mudanças pensamos que vamos ser muito competitivos e fiáveis, podendo assim estar na luta pelos lugares da frente”.

Mação tem um traçado que agrada ao piloto: “a pista é muito divertida e já lá ganhei algumas vezes. Não tenho qualquer dúvida de que iremos assistir a uma corrida onde acredito que as diferenças de andamento entre os mais rápidos vão ser mínimas”, assumindo que “o objetivo é, pelo menos, estar no pódio final!”.

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