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Dia emocionante em Baltar

Dia emocionante em Baltar

Foi hoje, Domingo, disputado o segundo dia de competição do Ralicross Paredes, prova candidata a integrar o Campeonato de Portugal de Ralicross, Kartcross e Super Buggy, 2020.

A organização esteve a cargo do Clube TT Trilhos do Norte, que cumpriu os objectivos de realizar uma prova de nível nacional. Recorde-se que o Ralicross Paredes é uma prova candidata ao Campeonato de Portugal de Ralicross, Kartcross e Super Buggy 2020.

As vitórias foram posse de Jorge Rego, na Iniciação; de Adão Pinto na Nacional 2RM; de Tiago Ferreira na Nacional A1.6; de Joaquim Pacheco na Super 1600 e de João Ribeiro nos Kartcross.

Iniciação

Jorge Rego (Peugeot 106) dominou as corridas de qualificação e por isso partia da “pole-position”. Na final arrancou à frente, levando André Monteiro (Toyota Starlet) no encalço.

A corrida terminou com bandeira vermelha, à sexta volta, na sequência de uma saída de pista, com alguma violência, de Monteiro.

André Monteiro estava ao volante de um Starlet, carro que estreou nesta prova, pois o habitual Toyota Corolla, estava a competir na Nacional 2RM, com o pai, Artur Monteiro, ao volante.

Jorge Rego estreou-se na Categoria Iniciação e deu muito boa conta de si. Só falta esperar que esta estreia o incentive a seguir para o Nacional.

Nacional 2RM

A primeira posição da grelha da final foi muito discutida. Adão Pinto (Opel Astra) venceu por duas vezes e dessa forma levou a melhor sobre Paulo Sousa (BMW E30), que teve igual número de pontos, mas o desempate (melhor classificação dos treinos) foi favorável ao homem do Astra.

Adão Pinto arrancou bem e colocou-se na frente, mas completamente colado vinha o BMW de Paulo Sousa.

Por sua vez Sousa era atacado por Artur Monteiro, que alinhou ao volante do Corolla que o filho, André Monteiro, usa habitualmente na Iniciação e o certo é que essa luta, deu um pouco mais de espaço a Adão Pinto, que só tinha que se preocupar em andar para a frente.

 

José Queirós (Peugeot 206) geria bem a ida à “joker lap” e conseguia ganhar a segunda posição.

Entretanto Paulo Sousa ficava mais descansado em terceiro e aí terminaria a corrida. Monteiro tinha um final de prova “assombrado” por problemas de caixa de velocidades e cedia três segundos para o BMW.

O quinto lugar foi posse de Joaquim Melo (BMW E30).

Nacional A1.6

Tiago Ferreira (Peugeot 106) fez o pleno de vitórias e levou a melhor sobre Jorge Costela (Citroen Saxo), que com três segundos lugares, foi segundo à frente de Hélder Silva (Citroen Saxo).

Diz-se que “candeia que vai à frente alumia duas vezes” e pelos vistos o provérbio adequou-se a esta prova. Se é certo que a final foi muito disputada, é igualmente certo que Tiago Ferreira venceu e conseguiu mesmo alguma “folga” no final. A oposição foi protagonizada por Jorge Costela, que trazia Hélder Silva muito próximo.

Supercar

Daniel Pacheco (Subaru Impreza) venceu quatro, em quatro corridas de qualificação, ficando à frente de José Lourenço, que terminou a última corrida de qualificação em marcha lenta, com problemas no Subaru Impreza.

A final terminou com bandeira vermelha, na sequência de um toque. Os carros de Daniel Pacheco e de José Lourenço tocaram-se e Lourenço acabou imobilizado na pista. Segundo decisão do Colégio de Comissários Desportivos, houve comportamento antidesportivo, o que motivou desclassificações. A prova terminava assim.

Super 1600

André Sousa (Peugeot 207 Super 1600) levou a melhor sobre Joaquim Pacheco (Citroen C2 S1600), tendo vencido as quatro corridas de qualificação.

André Sousa começou bem, mas acabou mal. É verdade, arrancou bem e passou para a frente, mas foi traído pela mecânica do Peugeot, à quarta volta. Joaquim Pacheco ficou assim com “pista aberta” para seguir até a bandeirada da vitória.

 

 

 

 

Kartcross

João Ribeiro fez “uma perninha” no Kartcross, com um HN Sport emprestado por Nuno Bessa Segundo o piloto: “Lá fui eu sem qualquer treino ou experiência, as primeiras voltas foram uma adrenalina diferente, mas depois lá apanhei algum jeito e consegui vencer, para surpresa minha… estou a jogar em casa é verdade.”

A oposição foi protagonizada por Mauro Reis (HSport), que venceu a segunda corrida de qualificação e assim partia ao lado do “pole-position”.

Na final João Ribeiro partiu bem, assumiu a liderança logo na travagem para a curva um, com Mauro Reis logo atrás. Pouco depois a bandeira vermelha era mostrada, na sequência de um toque na curva dois e Luís Monteiro ficava atravessado na pista.

Prova retomada e novamente João Ribeiro se colocava na frente, seguido de perto por Mauro Reis. Tiago Freitas (Proto HSport) colocava-se em terceiro, com Luís Monteiro a uma décima.

João Ribeiro foi conseguindo sedimentar uma vantagem de cerca de meio segundo sobre Mauro Reis. Entretanto Luís Monteiro passava para terceiro, por troca com Tiago Freitas. As coisas estava muito animadas para os lados do terceiro posto.

Com a corrida a chegar ao fim, Mauro Reis pressionava e ganhava algum tempo a Ribeiro, a diferença entre ambos era de duas décimas!

Pedro Marques aproveitou o que restava da corrida, para chegar a terceiro. Tiago Freitas cortava a meta em quarto, mas caia para sexto depois de uma penalização de 30 segundos, devido a uma falsa partida e não ter cumprido a joker lap devida.

O quarto lugar final ficou assim posse de Pedro Palma, seguido de Luís Monteiro.

 

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