Segunda-feira , Abril 22 2019
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Dia escaldante no Ralicross de Castelo Branco

Dia escaldante no Ralicross de Castelo Branco

Um belo sol a convidar para um dia bem passado nas corridas, foi a ajuda de São Pedro para o programa que a Escuderia de Castelo Branco preparou, no Complexo de Desportos Motorizados de Castelo Branco.

E se estava tudo montado para que corrresse bem e a promessa de boas corridas se mantivesse no ar, os pilotos cumpriram e colocaram o muito público a aplaudir.

Destaque para a Super Iniciação 1400 – Troféu Ernesto Gonçalves, em que os mais jovens se bateram como homens de barba rija e deram um verdadeiro show de condução e, sobretudo, de desportivismo na pista do Lanço Grande.

Tempos e classificaçoes disponíveis em: http://kronoracing.com/resultados/2015?id=24

Finais

Kartcross

Impressionante a forma como todos chegam à primeira curva e todos saem incólumes. Juan Vega (Speed Xtreem) chega à frente, Nuno Bastos (ASK EVO 2011) é uma espécie de sombra e pouco depois já está a fazer sombra ao piloto espanhol.

Pedro Rosário (Semog Bravo ER), vem de trás e vai furando até ser terceiro e inconformado com a posição, pressiona. Pouco depois já está a perseguir o primeiro lugar, que ainda é posse de Nuno Bastos.

Vega cede mais um lugar. Desta vez é Luís Oliveira (Semog 600) que após tentar ser terceiro, por duas vezes, faz jus ao ditado: “à terceira é de vez”. Apesar de ter o pódium à vista não tem um segundo de descanso, com o Juan Veja a tentar recuperar o lugar que foi seu e a andar colado, a meio segundo.

Ligeiramente mais atrás aparecia Jorge Francisco (Semog Bravo), que tinha em José Mota (Semog Bravo) um adversário que não dava descanço.

Nuno Bastos segue para a vitória, Pedro Rosário é segundo e Luís Oliveira ocupa a posição que restava do pódium.

 

Super Cars e Super Nacional 4WD

Dany Moreau (Renault Clio) partiu na frente, José Cruz (Peugeot 306) partiu de último, fruto dos problemas sentidos nas duas corridas anteriores, e furou por entre a concorrência, até chegar a segundo. Carlos Fernandes (Toyota Celica) e Daniel Costa (Citroen Saxo Bimotor) discutem o terceiro posto e a liderança na Super Nacional 4 WD.

O Peugeot de José Cruz parece falhar um pouco nos regimes mais baixos, mas isso não o impede de “lançar uma OPA” ao primeiro lugar, objectivo que atinge e mantém até ao final da corrrida.

 

Super 1600

Que grande início de corrida! Tudo começa com Bruno Gonçalves (Citroen Saxo Kit-car) a avançar ligeiramente na partida, trava para não queimar a luz verde e atrasa-se ligeiramente no arranque. Pedro Almeida (Peugeot 206 S1600) é que não está com meias medidas e assegura a liderança com esforço e um toque com Bruno Gonçalves na curva um. Um incidente natural de corrida, com dois concorrentes a entrarem a par e o de fora a levar a pior.

Helder Ribeiro (Citroen C2) e Pedro Ribeiro (Peugeot 206) andam por perto, muito por perto, com cada centímetro de pista a ser diputado como se fosse o último refrigerante do deserto.

Pedro Almeida, alheio a pressões, preocupa-se em andar para a frente e ganha vantagem sobre os adversários, que andam a trocar de posições, num “ora agora passo eu, ora agora passas tu”, que coloca  a assistência ao rubro.

Bruno Gonçalves acaba por levar a melhor, sobre Gerardo Polido (Ford Fiesta), que enquanto andavam todos a discutir, foi passando passando e acabou no terceiro lugar do pódium.

Pedro Ribeiro e Hélder Ribeiro seguiram, respectivamente, o espanhol na classificação final.

 

Super Nacional

João Oliveira (Peugeot 206) colocou-se cedo na frente da corrida, algo do tipo “candeia que vai à frente…” e dessa forma conseguiu ir dilatando uma vantagem, enquanto os outros discutiam o segundo posto.

Por “os outros”, entenda-se Tiago Martins (VW Golf) e Tiago Seguro (Peugeot 306). Com o decorrer da prova as posições mantêm-se e os concorrentes separam-se rodando sem grandes pressões.

José Fábrica (Peugeot 205 GTi) roda em quarto e pelo meio ainda perde a posição para Bruno Ferreira (Honda Civic). Pouco depois é o Peugeot de Fábrica que passa no quarto posto  aí termina.

A última história da corrida é quase uma repetição de algo que já vimos: Rui Cardoso (Reanult Clio) ultrapassa Magda Olivieira (Toyota Yaris) e a classificação fica encerrada.

Super Iniciação 1400 

Leandro Macedo (VW Polo) parece ser um especialista de finais. Arrancou melhor, do lado esquerdo da pista, mas com Santinho Mendes a furar entre a concorrência, um toque com José Eduardo Rodrigues na primeira curva, mas o piloto do Toyota a aguentar, se bem que ficando um pouco mais para trás.

Mendes, que de Santinho só tem o nome, imprime um ritmo diabólico  que lhe permite manter-se na frente, mas com um grande esforço. Entretanto chega a vez de Francisco Silva mostrar que também conta para a classificação, vai para primeiro, com uma luta titânica pelo meio.

Joker laps a trocarem as voltas a todos e o público (muito) a vibrar com uma das melhores corridas do fim-de-semana.

De repente é Eduardo Rodrigues que aparece no segundo posto. A meta está à vista e estão todos colados, qualquer um pode ganhar. Definitivamente esta não é uma corrida para meninos, embora os pilotos sejam todos menores de idade.

A final só se decide sobre a meta e é… José Eduardo Rodrigues quem ganha por três décimas(!) de vantagem sobre Francisco Silva, um verdadeiro demónio que bateu Santinho por menos de duas décimas de segundo. Leandro Macedo foi quarto, mas a diferença de meio segundo para o terceiro, deixa-o certamente com um certo sabor a pódium. Que grande corrida!

 

Super Buggys

Ludgero Santos (Toniauto TNTT) voltou a arrancar melhor que todos os outros e a dominar a final do Super Buggys. Luís Santos (Toniauto TNTT) rapidamente assumiu a segundo posição, até seguir para a Joker Lap, quando foi substituído por António Santos (Toniauto TNTT).

O clã santos domina a prova, “açambarca” o pódium e segue sem mais percalços. O memso não Manuel Guerreiro, pois o Atmos Strong fica pelo caminho na segunda volta.

Em aberto está a quesão do do quarto posto, que termina nas mãos de Paulo Cardeira (Atmos Strong), seguido de Alexandre Tomás (Atmos) e Arménio Rodrigues (Atmos Strong).

 

 

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