Quarta-feira , Junho 26 2019
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FRANCISCO ABREU TERMINA TCR EUROPE TROPHY NO NONO LUGAR COM EXIBIÇÃO DE QUALIDADE

FRANCISCO ABREU TERMINA TCR EUROPE TROPHY NO NONO LUGAR COM EXIBIÇÃO DE QUALIDADE

 

 

O vice-campeão nacional de velocidade e Campeão TCR Ibérico esteve em ótimo plano no TCR Europe Trophy que se disputou este fim de semana no circuito de Adria, Itália. FRANCISCO ABREU, ao volante do VW Golf GTI TCR do Team Novadriver com as cores da King Tony, Imed, Brisa, Club Sport Maritimo, C.Santos VP, Arango, Diário de Notícias da Madeira, SIVA, Volkswagen Financial Services, Galp Formula, Panta Racing Fuel, Duoseg Competição, Glassdrive, Autódromo Virtual de Lisboa, Publicomp, Cision e Autódromo Internacional do Algarve, terminou, no computo das duas corridas disputadas, no 9º lugar entre 20 concorrentes.

 

Saindo de 8º na primeira corrida, FRANCISCO ABREU acabou prejudicado por um pneu dianteiro do lado direito com defeito de fabrico, acabando a corrida num 16º lugar que não reflete o andamento do piloto madeirense.

 

Para a segunda corrida, com a inversão da grelha para os dez primeiros, FRANCISCO ABREU largou de terceiro. Infelizmente, uma ligeira hesitação no arranque fê-lo perder várias posições e a partir dai a prova do Campeão TCR Ibérico ficou condicionada. Ainda assim, terminou a corrida no oitavo lugar o que permitiu, contas feitas, terminar o TCR Europe Trophy no 9º lugar.

 

O balanço final desta participação de FRANCISCO ABREU é muito positiva, pois no meio dos melhores pilotos dos campeonatos TCR europeus, numa pista desconhecida e com pneus, também eles desconhecidos, o vice-campeão nacional e Campeão TCR Ibérico esteve sempre entre os dez melhores em pista, algo que não é fácil e mostra a sua classe e talento.

 

FRANCISCO ABREU“Foi uma pena o problema com o pneu na primeira corrida e a hesitação na largada para a segunda, que acabaram por condicionar a classificação final do TCR Europa Trophy. Porém, o balanço final tem de ser positivo, pois consegui aprender o circuito rapidamente, compreender a gestão dos pneus e entrar num ritmo muito elevado de um plantel de pilotos de altíssima qualidade. Estive sempre entre os dez melhores nas sessões de treinos livres e na qualificação – foi uma pena não ter conseguido juntar os três melhores setores numa volta! – e nas corridas também. Portanto, face ao curto espaço de tempo de preparação, ao desconhecimento da pista e dos pneus e ao ritmo que vim encontrar, penso que fizemos um excelente trabalho.”

 

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