Terça-feira , Julho 16 2019
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Manuel Castro:”Não tivemos sorte, mas deu para demonstrar que estamos mais rápidos!”

Manuel Castro:”Não tivemos sorte, mas deu para demonstrar que estamos mais rápidos!”

Para Manuel Castro, a participação no Azores Airlines Rallye não correu como desejado, falhando o objectivo de pontuar para o CPR.
Ainda a prova “a contar” não tinha começado, já a dupla Manuel e Mário Castro era forçada a iniciar a prova com 2 minutos e 20 segundos de atraso, já que o seu Hyundai i20 se recusou a pegar à saída do parque de assistência.
“Tivemos um problema eléctrico difícil de explicar. Quando o conseguimos resolver já estávamos fora da nossa hora e como tal fomos penalizados 2 minutos e 20. Não era a forma com que queríamos começar o rali. Para mais, o Hyundai sofreu de alguma falta de potência o que colocou as coisas ainda mais difíceis para nós. Apesar da frustração, tentamos esquecer estes problemas e fomos evoluindo ao longo do dia.”
Mas o pior ainda não tinha chegado para a dupla do Hyundai i20 R5. Logo nos primeiros 1,5 km da primeira especial do segundo dia de prova, a correia do alternador do carro coreano cedeu, e a equipa forçada a abandonar.
“É frustrante para nós. Na assistência, e devido ao problema de ontem, tivemos em maior atenção a parte eléctrica do carro, inclusive substituímos algum material por via das dúvidas, e estava tudo bem com a correia do alternador. No entanto, mal entramos na terra, ela rebentou e fomos forçados a abandonar. Mais uma vez a sorte não quis nada connosco”.
A equipa decidiu voltar para a última etapa em super-rally, e com os problemas resolvidos, Manuel Castro pode finalmente demonstrar ao que vinha. O piloto do Hyundai, navegado por Mário Castro, teve uma manhã muito forte e conseguiu andar entre os 15º primeiros do europeu, e dentro dos 3 primeiros dos pilotos que pontuavam para o Nacional de Ralis.

Com os problemas resolvidos, Manuel Castro pode finalmente demonstrar ao que vinha. O piloto teve uma manhã de Sábado muito forte e lutou consistentemente pelo top 3 do CNR
Durante a parte da tarde, a dupla Castro / Castro apanhou bastante nevoeiro em Vila Franca de São Brás 2 e Graminhais 2, e na Tronqueira teve de andar cerca de 5 km no pó de um concorrente que partia à sua frente, o que naturalmente não permitiu manter o nível da manhã.
“Durante a manhã finalmente as coisas saíram-nos bem. Não tivemos qualquer problema no carro, e penso que conseguimos demonstrar a todos que estamos mais rápidos e que temos andamento para lutar com os melhores do campeonato nacional de ralis. Apanhamos algum nevoeiro é certo, mas penso que foi igual para todos nesse aspecto.
Na parte da tarde estávamos a contar com tempo seco e sol, mas nos Açores tudo pode acontecer. A verdade é que os primeiros 15 carros na estrada foram brindados com muito sol e terra seca, e nós sofremos muito com nevoeiro cerrado nas especiais, o que não nos permitiu encontrar o nosso melhor ritmo.
Queríamos despedirmo-nos em beleza do rali e tentamos impor um ritmo forte nas Tronqueiras 2. Penso que vínhamos a fazer um bom tempo, mas nos últimos 5 km da especial fomos forçados a vir muito devagar até conseguirmos passar o concorrente que ia à nossa frente com problemas.
O Rali não nos correu bem, não tivemos sorte, mas penso que deu para demonstrar que estamos mais rápidos e que podem contar connosco para animar a luta pelo top 5 do nacional de ralis nas próximas provas.
Quero agradecer ao Mário por ter aceite o convite em substituir o Luís Costa nesta prova. A sua prestação foi incrível e tudo foi como se sempre tivesse trabalhado comigo e com Racing 4 you.
Agradeço também, do fundo do coração aos adeptos açorianos, por todo o carinho que nos deram. Eles são a alma desta magnífica prova.”
Concluiu o piloto de Guimarães, em jeito de balanço da sua participação no Azores Airlines Rallye 2018.

 

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