Terça-feira , Julho 16 2019
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Muita emoçao na pista do EStoril

Muita emoçao na pista do EStoril

Challenge Desafio Único FEUP – 2ª corrida

José João Magalhães e Afonso Cidrais (Alfa-Romeo 156) forma os melhores no arranque e colocaram-se na frente, sempre muito pressionados  por Paulo Ribeiro e António Ferreira (Alfa-Romeo 156) e Raúl Delgado e José Teixeira (Alfa-Romeo 156).  Diferenças mínimas de cerca de meio segundo a separem os homens da frente.

Entretanto Delgado e Teixeira lançam o ataque, passam para o segundo posto. Miguel Batista e Gustavo Moura (Alfa-Romeo 156) rodam perto a aproveitam o embalo para seguirem para terceiros.

Mas se é assim na frente, no Challenge Desafio Único FEUP 2, as coisas não estão mais fáceis. André Martins e José Monteiro (Fiat Punto 85s) são líderes a custo, as diferenças para os adversários são da ordem da décima de segundo.

Manuel Fernandes e Carlos Rodrigues (Fiat Punto 85s) personificam a oposição aos primeiros. Mas se é certo que o primeiro posto é discutido à décima, o segundo é à centésima.  Seis centésimas é a diferença para André Martins e José Monteiro (Fiat Punto 85s).

Entretanto, lá de trás chega o Fiat Punto número 222 Vítor Ramos e José Meireles, que vão ganhando posições e saltam para o primeiro posto dos FEUP 2.  Nesta altura acontecem as trocas de pilotos.

Já com todas as trocas feitas e algumas estratégias de boxes a ditarem efeito, heis que há novidades na cabeça da corrida. João Batista e Gustavo Moura são os novos líderes, por troca com Magalhães e Cidrais.

Tiago Vilela e Hugo Negrais são os novos primeiros classificados entre os Fiat dos FEUP 2. Fernandes e Rodrigues rodam na vice-liderança.

A prova a chegar ao fim, mas ainda longe de se decidir.  Mário Moreira e João Rebelo Martins (Alfa-Romeo 156)  rodam a sete décimas de Delgado e Teixeira, os terceiros classificados. Já quase com a meta à vista vêm a caixa de velocidades ceder e caem até à 15ª posição final.

Batista e Moura seguem para a vitória, seguidos de JJ Magalhães e Afonso Cidrais. O pódium fica completo com Mário Moreira e João Rebelo Martins.

Nos FEUP 2 Tiago Vilela e Hugo Negrais conseguem uma distância que lhes dá algum sossego no final da prova, mas do mesmo não se podem gabar os segundos classificados Manuel Fernandes e Carlos Rodrigues, que ainda seguram o Alfa-Romeo de   Rocha e    Moura atrás e, esses sim adversários directos, António Coelho e José Machado (Fiat Punto 85s)

 

Legends Classic Cup – 2ª corrida

João Novo (Ford Sierra RS500) voltou a arrancar na frente. Manuel Barros (Ford Sierra RS500) afirma-se como oposição. Os carros com mecânica Cosworth a dominarem no piso agora seco do Autódromo do Estoril.

Herculano Antas (BMW M3) seguiu até à terceira posição. Pressionava Manuel Barros, mas mais para o fim adoptava um ritmo que lhe permitia ser terceiro, sem correr mais riscos.

Paulo Mendes (Citroen AX Sport) é o primeiro “não” Pós Histórico de 90, ou colocado de outra forma chega até à sexta posição geral, líder entre os PH99 até 1300cm3.

Tito Gomes (BMW 320is) colocou-se no oitavo lugar, mas antes ainda, já era o melhor na Categoria Especial.

Em termos de PH85 nada de novo, José Meireles dita lei com o Toyota Corolla Coupê GT.

Nos PH85 até 1300 o Autobianchi A112 Abarth de Abel Marques.

 

Campeonato Nacional de Clássicos Circuitos 2ª corrida

Luís Barros (Ford Escort RS1600) parte na frente e mantem a posição nos primeiros metros da segunda corrida do CNCC, seguem-no Rui Costa (Ford Escort Rs1600), Rui Azevedo (Ford Escort RS1600) e o trio da frente mantém-se a rodar “colado” cada um separado por menos de meio segundo durante as voltas iniciais.

João Macedo e Silva fura pelo meio do pelotão. Partiu da última linha da grelha e na conclusão da primeira volta, tinha gano 22 posições. À terceira volta já era quinto classificado. Apenas Rui  Azevedo (Ford Escort RS1600) o separa do trio da frente.

Azevedo entra em “modo de ataque”  e coloca-se a sete centésimas de Rui Alves.

À quarta volta o Safety Car entra em pista. O BMW 2002 de Francisco Pinto sai de pista e é necessário retirá-lo da escapatória dos “esses”.

Retomada a prova e embora o escalonamento de posições se mantenha, é certo que todos rodam muito mais próximos e Macedo e Silva é quem mais lucra, pois passa a estar no grupo da frente. Luta-se pela liderança na corrida e pela primazia nos Históricos de 75.

Filipe Matias (Lotus Elan) é sexto, o melhor da Taça 1600 dos Históricos de 71 e é pressionado por Paulo Antunes (Datsun Sunny Excellent), que comanda o Grupo 5. Trocam de posições à nona volta, mas mantêm-se “colados” por mais algum tempo.

Com a meta já quase à vista João Macedo e Silva sobe até terceiro. Passou Rui Azevedo e de seguida Rui Alves.

Fernando Xavier (VW Sirocco) encerra o grupo dos dez da frente e é o melhor da Taça 1600 H81.

Jorge Cruz (BMW 323i) é o melhor entre os Históricos de 81. Pedro Miguel Gaspar (Datsun 1200) comanda nos H71 e Paulo Duarte (VW Golf GTI) ganha a Taça 1600 no Grupo 1.

No Grupo 1 Sérgio Monteiro (Datsun 1200) é quem manda e um pouco mais atrás aparece Nuno Dias (Fiat 127 Abarth), que é o líder da Taça 1000 dos H71.

Na geral e nos H75 a vitória é de Luís Barros, seguido de muito perto, a 15 centésimas, de Rui Costa, que por sua vez trás João Macedo e Silva a 2,63s.

 

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