Quarta-feira , Junho 23 2021
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Problemas mecânicos traem Marco Ferreira em Serpa

Problemas mecânicos traem Marco Ferreira em Serpa

O piloto do Citroën Saxo foi um dos pouco afortunados a serem ‘apanhados’ numa ribeira no começo desta prova inaugural do Campeonato de Ralis do Sul e do 4º Desafio Kumho pregou a uma ‘rasteira’ a vários concorrentes.

 

Quando se prepararam para o Rali Flor do Alentejo – Cidade de Serpa, Marco Ferreira e Marcílio Martins tinham grandes expetativas, pois os preparativos tinham sido muito cuidados e os reconhecimentos para a prova tinham decorrido de forma tranquila. Só que o rali acabaria por ser tudo aquilo que o piloto não desejava.

“O início do Campeonato Sul de Ralis não correu como esperávamos. Tínhamos feito bem os reconhecimentos na sexta-feira e tirado boas notas para a prova. Os testes que tínhamos feito na semana anterior também tinham corrido bem, pelo que estávamos confiantes em obter um bom resultado. O que não veio a acontecer”, começa por referir Marco Ferreira bastante dececionado,

O piloto alentejano refere que até começou a prova com muita precaução: “arrancamos para Brinches 1 com algumas cautelas, pois tratava-se de um troço que nunca tínhamos feito e que tinha um início muito lento, estreito e com algumas armadilhas. E terá sido uma dessas armadilhas que não conseguimos contornar. Até ao momento não temos a certeza, mas tudo indica que a passagem na ribeira terá originado os problemas que viemos a sentir logo desde muito cedo. Por diversas vezes, principalmente nas zonas mais lentas, onde a rotação baixava consideravelmente, não conseguíamos que o Saxo respondesse de imediato. O que nos deixou bastante apreensivos e depois até admirados, pois perdemos apenas 10 segundos para os mais rápidos das duas rodas motrizes”, refere o piloto do Citroën Saxo.

Mesmo receoso, o piloto de Santiago do Cacém focou-se nas especiais seguintes, mas, infelizmente, os problemas não tinham sido ultrapassados: “na ligação para o segundo troço procuramos alguma coisa de anormal no carro, mas nada detetamos, pelo que assumimos que o problema se tinha dissipado. No primeiro quilómetro de Santa Iria 1 percebemos logo que o problema se mantinha, quando na esquerda do muro o carro praticamente se desligou. Tornou a acontecer a mesma coisa várias vezes, até que tentamos fazer o ‘reset’ à centralina, mas sem sucesso. Fizemos toda a zona mais rápida do troço em três cilindros”.

A frustração e a preocupação passaram a dominar o pensamento da dupla alentejana, que tudo tentou para prosseguir em prova. “Ainda tínhamos de fazer Brinches 3 antes da assistência em Serpa, que já era só onde queríamos chegar, mas os problemas aumentavam e fomos obrigados a desistir com problemas de motor”, adiantou o piloto de Sines, forçado a ‘baixar os braços’ quando tudo fez para evitar este abandono inglório.

Marco Ferreira faz um balanço “negativo. Neste momento estamos frustrados, uma vez que não conseguimos terminar nem pontuar para o CRS. Mas vamos identificar o problema e solucioná-lo, para que possamos estar à partida do Rali de Vila do Bispo”.

 

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