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Quatro pilotos ao assalto do título de 2018 e de um rali com um “R5” em 2019

 

 

O espanhol Roberto Blach (60 pontos) e os portugueses Diogo Gago (58), Pedro Antunes (51) e Hugo Lopes (34) são os 4 pilotos que, à entrada da derradeira prova da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2018, têm como ambição ver o seu nome inscrito como o primeiro vencedor desta inédita copa ibérica de ralis.

Palcos de todas as decisões serão as 11 Especiais que compõem o Rallye Casinos do Algarve, prova com cerca de 160 km cronometrados e onde 9 competitivos Peugeot 208 R2 irão debater-se.

Entre outros troféus, incluindo os habituais prémios monetários, o ranking final desta iniciativa conjunta da Peugeot Portugal e Peugeot Espanha irá permitir atribuir ao seu vencedor absoluto o volante de um modelo da categoria “R5” num rali a disputar em 2019.

 

Espelho do equilíbrio que tem pautado a temporada inaugural da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, eis que se atinge a sua 6ª e derradeira jornada com nada menos do que 4 pilotos a poderem sagrar-se o 1º campeão deste troféu.

 

Fruto dos resultados alcançados nos 5 primeiros ralis, e apesar de não ter vencido qualquer deles, é o espanhol Roberto Blach (60 pontos) quem lidera este grupo. Estreando-se com um 4º lugar no Rali de Portugal, foi depois 2º em Castelo Branco, e assim chegou ao 1º lugar provisório da copa, posição que mantém até hoje, apesar de, desde então, ter visto essa confortável vantagem diluir-se lentamente, devido a um novo 4º lugar em Ferrol, um 6º nas Astúrias e um 10º no recente Rali da Catalunha/Espanha.

 

Em plena ascensão surge Diogo Gago (58 pontos), piloto luso que, após um início de ano difícil, com duas participações a zero, subiria aos pódios em todos os ralis espanhóis da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA – foi 2º em Ferrol e nas Astúrias e depois 3º na Catalunha – pelo que lhe falta alcançar uma vitória, o que a acontecer no Algarve fecharia com chave de ouro esta sequência de fortes resultados e dar-lhe-ia o título.

 

Igual objetivo tem Pedro Antunes (51 pontos), o único a ter duas vitórias nesta primeira temporada da copa ibérica, tendo saboreado o champanhe no início de julho, em Castelo Branco, e no mês passado na Catalunha, na segunda jornada mundialista da copa. São dois resultados que o ajudam a esquecer as desistências nas restantes provas.

 

Hugo Lopes (34 pontos) é o último dos candidatos a vencedor da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2018 e aquele que tem a tarefa mais difícil, pois terá que ver conjugada uma série de fatores: atualmente a 26 pontos do líder, terá que vencer o rali (somando 25 pontos), ser o mais rápido na maioria das Especiais (somando o respetivo 1 ponto adicional), contar com a desistência de Blach (ficariam em igualdade pontual, passando Lopes a contar com essa potencial vitória como fator de desempate), e os restantes candidatos teriam de acumular pontuações finais inferiores a 60 pontos. Ou seja, tem uma tarefa quase impossível, palavra que não consta no dicionário dos ralis.

 

E OS OUTSIDERS QUE TUDO FARÃO PARA BARALHAR AS CONTAS

A prova algarvia contará com um grupo de outsiders que, não estando preocupados com a contabilidade do título, ainda assim pretendem dar nas vistas, fechando em alta uma temporada de épicas batalhas, registadas ao longo dos cerca de 50 troços já disputados nos diferentes ralis por terras ibéricas.

 

De entre os habituées da copa, para além dos 4 candidatos ao título, o rali algarvio conta com a presença de Daniel Nunes, que também é o atual líder do Campeonato de Portugal de Ralis 2L/2WD, e de Ricardo Sousa piloto que, apesar de estar fora dessa luta pela copa, surgirá tão empenhado como sempre. Ambos poderão atingir o top-5 final, evoluindo do atual 10º lugar que presentemente ocupam ex-aequo.

 

Como rookies nesta prova, no âmbito da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA contam-se pilotos com experiências muito díspares. Ao português Parcídio Summavielle, piloto que este ano apenas realizou o Rali Vidreiro (FPAK Cup), tendo sido o 1º na sua classe, juntam-se alguns nomes estrangeiros que alargam a novas fronteiras a abrangência desta copa: o lituano Jonas Pipiras, que este ano disputou o FIA Baltic Rally Trophy (categoria regional de ralis da FIA na Europa), e o britânico Ruairi Bell, o atual 5º classificado do Campeonato Júnior de Ralis da Letónia.

 

 

Todos estarão aos comandos dos Peugeot 208 da categoria R2 (Grupo RC4), modelo que recorre a um motor de 1.598 cc com uma potência máxima de 185 cv às 7800 rpm, contando com uma caixa sequencial de 5 velocidades de comando mecânico e travões de disco ventilados, entre outras características mecânicas.

 

A PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, é uma iniciativa da Peugeot Portugal e da Peugeot Espanha, organizada pela Sports & You e conta com as parcerias da Pirelli e da Total.

 

 

EM BUSCA DO VOLANTE DE UM “R5”

Reservado para o Campeão Absoluto da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2018, nome que será conhecido durante a tarde do próximo sábado, está também o Prémio Final, traduzido no volante de um modelo da categoria “R5 para um rali a realizar no próximo ano na Península Ibérica (nota: prova a indicar oportunamente).

 

Adicionalmente e como é hábito em cada uma das provas desta copa, a organização prevê distribuir um lote de 20.000 Euros em prémios neste Rallye Casinos do Algarve, com destaque para os mais apetecíveis cheques de 5.000, 4.000 e 3.000 Euros para as duplas que subirem ao pódio. O restante montante pecuniário dividir-se-á ao longo do top-10, nele incluindo-se um prémio de 1.000 Euros destinado ao melhor Piloto Júnior (idade inferior a 27 anos) em prova, cumulativo ao valor que vier a conquistar em termos da geral. Os prémios são atribuídos 50% em valor pecuniário e 50% em vouchers de Peças Peugeot.

 

157,68 KM DAS 11 ESPECIAIS SERÃO O PALCO DE TODAS AS DECISÕES

Dividida por dois dias – sexta-feira e sábado (16 e 17 de novembro) – a estrutura do Rallye Casinos do Algarve, última jornada da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2018 e, também, última prova do Campeonato de Portugal de Ralis, compõe-se de 157,68 km ao cronómetro, distribuídos pelas 11 Especiais desenhadas pelo Clube Automóvel do Algarve, num rali que tem uma distância total de 485,78 km.

 

Os 9 Peugeot 208 R2 inscritos na copa irão sair do Parque de Partida, no Auditório Municipal de Lagoa, ao início da tarde do primeiro dia (13h30) para a 1ª Etapa do rali, percurso que inclui 5 classificativas, numa dupla ronda por Alferce (9,9 km) e Fóia (16,6 km), mais a Super Especial de Lagos (1,6 km), a disputar de noite naquela localidade, num dia que tem três visitas ao Parque de Assistências, no Centro de Congressos de Arade.

 

No sábado, saindo do Parque Fechado pelas 8h00, igualmente integrado naquele espaço empresarial, os concorrentes terão pela frente as especiais de Chilrão (20,14 km), Nave Redonda (18,2 km) e Monchique (13,2 km), sequência que se repete à tarde, após o Reagrupamento e uma penúltima passagem pelo Parque de Assistência. O rali terminará no pódio frente ao Hotel Algarve Casino (Praia da Rocha) com a distribuição de prémios.

 

 

 

PROGRAMA DO RALLYE CASINOS DO ALGARVE

 

Sexta-feira, 16 de novembro

 

08h00/10h00: Shakedown

Lagoa, Porches

13h30: Partida para a 1ª Etapa

(Auditório Municipal de Lagoa)

13h45: Assistência A (15’)

14h45: ES 1 – Alferce 1 (9,9 km)

15h17: ES 2 – Fóia 1 (16,6 km)

16h20: ES 3 – Alferce 2 (9,9 km)

16h52: ES 4 – Fóia 2 (16,6 km)

19h49: Assistência B (30’)

21h00: ES 5 – Super Especial Lagos (1,6 km)

21h40: Assistência C (45’)

22h25: Entrada em Parque Fechado

(Centro de Congressos de Arade)

 

 

Sábado, 17 de novembro

 

08h00: Partida para a 2ª Etapa

(Centro de Congressos de Arade)

Assistência D (15’)

09h02: ES 6 – Chilrão 1 (20,14 km)

09h40: ES 7 – Nave Redonda 1 (18,2 km)

10h35: ES 8 – Monchique 1 (13,2 km)

11h28: Reagrupamento

(Centro de Congressos de Arade)

11h48: Assistência E (30’)

13h05: ES 9 – Chilrão 2 (20,14 km)

13h43: ES 10 – Nave Redonda 2 (18,2 km)

14h38: ES 11 – Monchique 2 (13,2 km)

15h31: Assistência F (10’)

15h57: Pódio Final (Hotel Algarve Casino,

Praia da Rocha)

Entrada em Parque Fechado

(Centro de Congressos de Arade)

 

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