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Recuo da FIA fará adiar estreia do C3 R5

Recuo da FIA fará adiar estreia do C3 R5

 

Pelo facto da FIA ter rejeitado a proposta de alguns construtores em os permitir equipar com “patilhas” atrás do volante (ler o artigo em https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10156632008926632&set=pb.823951631.-2207520000.1505492241.&type=3&theater ), a Citroën Racing decidiu adiar a estreia do seu novo Citroen C3 R5, prevista para o próximo Rallye de Monte-Carlo.

A Federação Internacional do Automóvel após constatar que os custos reais de produção desta alteração aumentariam em cerca de 10%, a Citroen Racing através de Pierre Budar o seu Diretor Desportivo para a área de clientes veio desmentir tais valores, afirmando que: “Eles (FIA) decidiram isso há duas semanas. É claro que custará algo mais para os carros existentes mas tal alteração não é obrigatória. Tal alteração não trará melhorias de desempenho, mas sim mais confiança e conforto para os pilotos. Para nós, esta é uma grande bagunça. Precisamos de tempo para redesenhar as peças. Temos que reproduzir peças protótipo e, em seguida, testar essas peças e isso levará até dois meses. É certo que já não podemos homologar o carro quanto desejaríamos para o estrear em Monte Carlo, mas agora isso não é possível”.

Budar estimou que o custo de adicionar o sistema de mudanças de velocidades atrás do volante (alavanca de comando sequencial) – vulgo patilhas, num carro já existente custaria cerca de 3500 Euros, mas o custo para a Citroen para reconstruir e redesenhar todo o sistema é consideravelmente maior. “Agora, temos que re-trabalhar a bomba hidráulica e redesenhar toda a parte eléctrica ao nível da transmissão, para criar espaço para a necessária mudança e esse custo é obviamente grande para nós “.

Quanto a Yves Matton o Diretor da equipa Citroen, afirma que o argumento de aumento de custo da FIA não “pega”. “É bastante estúpido. É um pouco mais caro quando você compra o carro já equipado com o sistema, mas é mais barato quando você o pretende colocar num carro já existente. Mas apesar desse contratempo, o primeiro teste do C3 correu como planeamos tendo já feitos muitos quilómetros sem ter que parar para resolver qualquer problema. Vamos continuar a testa-lo e não o iremos o submeter a homologação e o vender até que esteja no nível certo para lutar com os mais rápidos. Isso será feito no primeiro trimestre de 2018 – mas não será em janeiro “.

Leia mais em: https://www.motorsport-news.co.uk/…/citroen-blasts-fia-ove…/

CARLOS DA SILVA

Photo Credits Copyrights @ Laurent Gayral Photographie

 

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