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Terras D’Aboboreira foi palco da estreia do Toyota Yaris Proto de Nelson Silva

Terras D’Aboboreira foi palco da estreia do Toyota Yaris Proto de Nelson Silva

Acompanhado pelo navegador Paulo Silva, o piloto de Viana do Castelo aproveitou o Rali Terras D’Aboboreira para conhecer a sua nova “arma”. O Toyota Yaris Proto revelou muito potencial e a equipa saiu desta primeira experiência com otimismo.

Era enorme a expectativa que rodeava a estreia da nova “bomba” de Nelson Silva.

O Toyota Yaris Proto nascido na Polónia é um “senhor carro”. No “coração” está um motor que normalmente equipa o Lancer EVO X, ao qua foi acoplada uma caixa sequencial Samsonas, estando a distribuição da potência a cargo de diferenciais Ralliart.

O “pacote” transforma o Yaris num “monstro” com capacidade para debitar 320 cavalos e ser um verdadeiro carro vencedor numa época em que Nelson Silva irá participar em algumas provas do Campeonato Promo de Ralis.

O “Shakedown” do Rali Terras D’Aboboreira 2022 transformou-se no primeiro teste de Nelson Silva com a sua nova “montada” e, como explica o piloto de Viana, foi “impossível fazer qualquer teste preliminar. As circunstâncias atuais a nível internacional, torna muito demorado qualquer envio de peças e apesar dos nossos esforços, só conseguimos concluir o carro já em cima do rali, mas como já encarávamos esta prova como um teste, em nada isso afetou o nosso programa”.

Depois, a equipa ainda teve de se adaptar “à imposição regulamentar de utilizar um restritor 34. Aliás, tal acabou por estar na base de uma performance menor, pois o motor ficou a debitar apenas 247 cavalos. Fomos mesmo forçados a mudar a programação da eletrónica após o Shakedown para que funcionasse melhor, mesmo não conseguindo alterar a potência”.

Ao longo do rali, o piloto de Viana partiu “à descoberta do carro. Estava ansioso, mas também muito motivado para aproveitar a prova para ganhar experiência. A limitação de potência foi notória e logo percebemos que seria difícil acompanhar o andamento dos N5. Também sofremos com problemas nos travões traseiros, mas conseguimos desfrutar da condução de um carro que tem tudo para ser fabuloso!”.

Mesmo com os contratempos, Nelson Silva estava já na 5ª posição, resultado muito satisfatório, quando, na penúltima especial do rali, a malapata bateu à porta: “rodávamos rápido, mas de fora controlada quando uma pedra furou o radiador do óleo e fomos forçados a parar”.

A desistência em nada beliscou “a nossa satisfação com o que o carro demonstrou. Mesmo com as limitações e com a ausência de testes, deu para perceber toda a sua capacidade e estamos certos de que vamos ser competitivos, sobretudo depois de mudarmos a programação da eletrónica para tirar o máximo partido do motor com este restritor 34”.

A próxima prova será já o Rali de Mortágua, a 29 e 30 de Maio. A dupla não estará em Serpa, terminando assim na prova a centro esta miniépoca de terra. Depois, Nelson Silva quer ter “tempo para evoluir o carro antes da época de asfalto”.

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