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Tiago Monteiro do céu ao inferno

Tiago Monteiro do céu ao inferno

Depois de ter sido o mais rápido nas três sessões de treinos livres e na primeira qualificação, Tiago Monteiro, inesperadamente, enfrentou o pior dos cenários na nona jornada do WTCC na China. O piloto português não foi além da 11ª posição na qualificação 2, fruto de problemas com a aderência dos pneus. Resultado que viria a condicionar as duas corridas, com Tiago a ser forçado ao abandono na primeira e a cruzar a segunda na 13ª posição.

“Foi um dia frustrante. Depois da performance que tínhamos demonstrado estava realmente convicto que íamos fazer uma boa qualificação e lutar pela vitória nas corridas. Mas depois tudo acontece ao contrário. Fiz um bom arranque na corrida 1 e ambicionava chegar aos pontos, mas depois um toque de um adversário acabou com esse objectivo. Fui forçado a abandonar”, começou por explicar o piloto português.

Mesmo com o curto espaço de tempo entre as corridas a Honda conseguiu reparar o Civic a tempo da segunda prova: “Mas fui obrigado a sair do final da grelha, o que dificultou ainda mais. Ainda assim estava com o mesmo ritmo que os da frente mas passado pouco tempo alguma coisa se partiu no amortecedor traseiro direito e tornou-se impossível fazer uma boa abordagem nas curvas. Acabou assim um fim-de-semana que começou tão bem!”, disse desiludido Tiago.

“No início estavamos com uma performance notável e nada disto espelha o trabalho que fizemos. Agora resta-nos quatro dias para perceber o que aconteceu e enfrentar nova jornada”, disse Tiago confiante que no próximo fim-de-semana em Xangai tudo será diferente.

Depois de ter sido o mais rápido nas três sessões de treinos livres e na primeira qualificação, Tiago Monteiro, inesperadamente, enfrentou o pior dos cenários na nona jornada do WTCC na China. O piloto português não foi além da 11ª posição na qualificação 2, fruto de problemas com a aderência dos pneus. Resultado que viria a condicionar as duas corridas, com Tiago a ser forçado ao abandono na primeira e a cruzar a segunda na 13ª posição.

“Foi um dia frustrante. Depois da performance que tínhamos demonstrado estava realmente convicto que íamos fazer uma boa qualificação e lutar pela vitória nas corridas. Mas depois tudo acontece ao contrário. Fiz um bom arranque na corrida 1 e ambicionava chegar aos pontos, mas depois um toque de um adversário acabou com esse objectivo. Fui forçado a abandonar”, começou por explicar o piloto português.

Mesmo com o curto espaço de tempo entre as corridas a Honda conseguiu reparar o Civic a tempo da segunda prova: “Mas fui obrigado a sair do final da grelha, o que dificultou ainda mais. Ainda assim estava com o mesmo ritmo que os da frente mas passado pouco tempo alguma coisa se partiu no amortecedor traseiro direito e tornou-se impossível fazer uma boa abordagem nas curvas. Acabou assim um fim-de-semana que começou tão bem!”, disse desiludido Tiago.

“No início estavamos com uma performance notável e nada disto espelha o trabalho que fizemos. Agora resta-nos quatro dias para perceber o que aconteceu e enfrentar nova jornada”, disse Tiago confiante que no próximo fim-de-semana em Xangai tudo será diferente.

 

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